MTST acampa na Paulista contra retrocessos de Temer e no Minha Casa, Minha Vida

Militantes ao Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) acamparam na noite de ontem em frente ao escritório da Presidência da República, na Avenida Paulista, em São Paulo, e permanecem no local nesta quinta-feira; é um protesto contra as recentes mudanças no programa Minha Casa Minha Vida anunciadas por Michel Temer na semana passada; o coordenador do MTST, Guilherme Boulos afirmou que o programa Minha Casa Minha Vida tem diversos problemas, mas o principal deles atinge a Faixa 1. "É exatamente esta faixa, a mais necessitada, a que não consegue pagar o aluguel, que está parada. O governo Temer quer fortalecer outra linha, a que ganha até R$ 9 mil e transformar o programa em balcão de imobiliária para financiar casas para a classe média em detrimento de quem mais precisa"

Militantes ao Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) acamparam na noite de ontem em frente ao escritório da Presidência da República, na Avenida Paulista, em São Paulo, e permanecem no local nesta quinta-feira; é um protesto contra as recentes mudanças no programa Minha Casa Minha Vida anunciadas por Michel Temer na semana passada; o coordenador do MTST, Guilherme Boulos afirmou que o programa Minha Casa Minha Vida tem diversos problemas, mas o principal deles atinge a Faixa 1. "É exatamente esta faixa, a mais necessitada, a que não consegue pagar o aluguel, que está parada. O governo Temer quer fortalecer outra linha, a que ganha até R$ 9 mil e transformar o programa em balcão de imobiliária para financiar casas para a classe média em detrimento de quem mais precisa"
Militantes ao Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) acamparam na noite de ontem em frente ao escritório da Presidência da República, na Avenida Paulista, em São Paulo, e permanecem no local nesta quinta-feira; é um protesto contra as recentes mudanças no programa Minha Casa Minha Vida anunciadas por Michel Temer na semana passada; o coordenador do MTST, Guilherme Boulos afirmou que o programa Minha Casa Minha Vida tem diversos problemas, mas o principal deles atinge a Faixa 1. "É exatamente esta faixa, a mais necessitada, a que não consegue pagar o aluguel, que está parada. O governo Temer quer fortalecer outra linha, a que ganha até R$ 9 mil e transformar o programa em balcão de imobiliária para financiar casas para a classe média em detrimento de quem mais precisa" (Foto: José Barbacena)

SP 247 - Militantes ao Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) acamparam na noite de quarta-feira, 15, em frente ao escritório da Presidência da República, na Avenida Paulista, em São Paulo. Foi um protesto contra as recentes mudanças no programa Minha Casa Minha Vida anunciadas por Michel Temer na semana passada.

O manifesto do grupo juntou cerca de 30 mil pessoas, de acordo os organizadores. O MTST lembra que 84% das pessoas que fazem parte do déficit habitacional do Brasil estão na chamada Faixa 1, com renda familiar de até R$ 1,9 mil, mas foram "esquecidas" pelo governo.

"As 600 mil moradias anunciadas por Temer foram para uma outra faixa da população. Aumentaram o limite de crédito do Minha Casa Minha Vida para R$ 9.000,00, ou seja, transformaram um programa social em programa de crédito imobiliário para financiar casa própria para setores que não são os mais necessitados, que não são os sem-teto e não são aqueles que mais precisam de moradia no Brasil", diz o texto.

O ato na Avenida Paulista é o ponto final de marchas organizadas nesta quarta-feira pelo MTST em dois pontos da capital paulista. Um grupo que se reuniu no Largo da Batata, na zona Oeste, se encontrou na Paulista com outro que seguiu da Praça da República, no Centro.

O coordenador do MTST, Guilherme Boulos afirmou que o programa Minha Casa Minha Vida tem diversos problemas, mas o principal deles atinge a Faixa 1. "É exatamente esta faixa, a mais necessitada, a que não consegue pagar o aluguel, que está parada. O governo Temer quer fortalecer outra linha, a que ganha até R$ 9 mil e transformar o programa em balcão de imobiliária para financiar casas para a classe média em detrimento de quem mais precisa", disse.

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