MTST realiza "Marcha pela paz, pão e teto"

Com o objetivo de denunciar o aumento do custo de vida, o aumento do desemprego, a desigualdade, a segregação e a violência na periferia de Fortaleza, o MTST realiza hoje à tarde, em Fortaleza, a "Marcha Pão, Paz e Teto". Os manifestantes farão uma caminhada pela cidade, saindo do Grande Bom Jardim até a Aldeota, finalizando no Palácio da Abolição

Com o objetivo de denunciar o aumento do custo de vida, o aumento do desemprego, a desigualdade, a segregação e a violência na periferia de Fortaleza, o MTST realiza hoje à tarde, em Fortaleza, a "Marcha Pão, Paz e Teto". Os manifestantes farão uma caminhada pela cidade, saindo do Grande Bom Jardim até a Aldeota, finalizando no Palácio da Abolição
Com o objetivo de denunciar o aumento do custo de vida, o aumento do desemprego, a desigualdade, a segregação e a violência na periferia de Fortaleza, o MTST realiza hoje à tarde, em Fortaleza, a "Marcha Pão, Paz e Teto". Os manifestantes farão uma caminhada pela cidade, saindo do Grande Bom Jardim até a Aldeota, finalizando no Palácio da Abolição (Foto: Fatima 247)

Ceará247 - O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) programou para hoje, em Fortaleza, uma manifestação em defesa de direitos. Os moradores da Ocupação Povo Sem Medo no Grande Bom Jardim, farão, logo mais à tarde, a partir das 17h, uma caminhada pela cidade, saindo do acampamento da ocupação "Povo Sem Medo", no Grande Bom Jardim, localizado na Estrada da Urucutuba próximo ao conjunto Tatumundé, com destino ao Palácio da Abolição, na "Marcha Pão, Paz e Teto".

O objetivo é denunciar o aumento do custo de vida, o aumento do desemprego, a desigualdade, a segregação e a violência na periferia de Fortaleza. O MTST tem sido, na atual conjuntura, um dos movimentos sociais mais atuantes na luta contra o golpe e em defesa dos direitos e da democracia.

Na manifestação o MTST vai apresentar uma pauta de reivindicações que inclui uma política habitacional sob a gestão dos movimentos populares, a desvinculação de 1% do ICMS para habitação popular, a construção de 3.000 casas para as famílias da ocupação Povo Sem Medo e a manutenção de programas sociais do governo da presidenta deposta Dilma Rousseff, como o "Minha Casa, Minha Vida", o programa de "Restaurantes Populares" e o programa "Praças de Juventude", além da ampliação dos Cucas, programa de inclusão social voltando para os jovens da periferia, desenvolvido na gestão da ex-prefeita Luizianne Lins.

 

 

 

 

 

 

 

 

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