Mulheres já se organizam para o 8 de Março

Os movimentos de mulheres do Ceará estão se organizando para programar as atividades do 8 de Março, Dia Internacional a Mulher. As diversas entidades que reúnem as militantes do movimento feminista estão se reunindo para definir a programação e os eixos de luta. A ideia é que haja, à exemplo de 2017, uma ação unificada para denunciar os retrocessos nos direitos das mulheres, após o golpe de 2016, com a aprovação da reforma trabalhista e a iminência da aprovação da reforma da previdência. A defesa da democracia também está na agenda dos movimentos

Os movimentos de mulheres do Ceará estão se organizando para programar as atividades do 8 de Março, Dia Internacional a Mulher. As diversas entidades que reúnem as militantes do movimento feminista estão se reunindo para definir a programação e os eixos de luta. A ideia é que haja, à exemplo de 2017, uma ação unificada para denunciar os retrocessos nos direitos das mulheres, após o golpe de 2016, com a aprovação da reforma trabalhista e a iminência da aprovação da reforma da previdência. A defesa da democracia também está na agenda dos movimentos
Os movimentos de mulheres do Ceará estão se organizando para programar as atividades do 8 de Março, Dia Internacional a Mulher. As diversas entidades que reúnem as militantes do movimento feminista estão se reunindo para definir a programação e os eixos de luta. A ideia é que haja, à exemplo de 2017, uma ação unificada para denunciar os retrocessos nos direitos das mulheres, após o golpe de 2016, com a aprovação da reforma trabalhista e a iminência da aprovação da reforma da previdência. A defesa da democracia também está na agenda dos movimentos (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - Os movimentos de mulheres do Ceará estão se reunindo para programar as atividades do 8 de Março, Dia Internacional a Mulher. A ideia é que haja uma ação unificada, à exemplo de 2017, para denunciar os retrocessos nos direitos das mulheres, após o golpe de 2016, com a aprovação da reforma trabalhista e a iminência da aprovação da reforma da previdência. A defesa da democracia também está na agenda dos movimentos, bem como, a pauta de enfrentamento à violência.

A ONU Mulheres já definiu o tema da entidade internacional para o 8 de Março de 2018 - "O tempo é agora: ativistas rurais e urbanas transformam a vida das mulheres". 

No ano passado, as atividades do 8 de março, em Fortaleza, foram unificadas com todos os movimentos e cerca de 4 mil mulheres ocuparam as ruas de capital, marchando da Praça da Imprensa até a agência do INSS, na Av. Desembargador Moreira, para protestar contra a reforma da previdência.

Na semana passada, o Fórum Cearense de Mulheres realizou uma reunião ampliada no SintSef, com cerca de 45 mulheres e nesta segunda-feira (29), a Frente Brasil Popular reuniu, no auditório do Sindicato dos Bancários, as representações de mulheres que integram a organização. Hoje está marcada uma plenária das mulheres da Frente Povo Sem Medo, a partir das 18:30h, no Sindfce, também para tratar do 8 de Março.

 

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