Mulheres priorizam luta contra Reforma da Previdência no 8 de Março

As manifestações do movimento de mulheres relativas ao 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, agregaram à pauta geral por direitos e políticas públicas, a luta contra a Reforma da Previdência, proposta pelo governo de Michel Temer e que retira vários direitos, entre eles, a mudança da idade para ter direito à aposentadoria, que passa a ser a mesma dos homens, ignorando a tripla jornada de trabalho das mulheres  

As manifestações do movimento de mulheres relativas ao 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, agregaram à pauta geral por direitos e políticas públicas, a luta contra a Reforma da Previdência, proposta pelo governo de Michel Temer e que retira vários direitos, entre eles, a mudança da idade para ter direito à aposentadoria, que passa a ser a mesma dos homens, ignorando a tripla jornada de trabalho das mulheres
 
As manifestações do movimento de mulheres relativas ao 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, agregaram à pauta geral por direitos e políticas públicas, a luta contra a Reforma da Previdência, proposta pelo governo de Michel Temer e que retira vários direitos, entre eles, a mudança da idade para ter direito à aposentadoria, que passa a ser a mesma dos homens, ignorando a tripla jornada de trabalho das mulheres   (Foto: Fatima 247)

As manifestações do movimento de mulheres relativas ao 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, terão neste ano de 2017, uma pauta extraordinária agregada à luta geral por políticas públicas e igualdade de direitos. A Reforma da Previdência, proposta pelo governo de Michel Temer, retira direitos históricos, conseguidos com muita luta, entre eles, a mudança da idade para ter direito à aposentadoria, ignorando a tripla, jornada de trabalho das mulheres, que enfrenta a dura realidade de conciliar, na maioria dos casos, três funções: a profissional, a esposa e a mãe. 

Em Fortaleza, os atos do 8 de Março foram unificados por todo o movimento social. Este ano, a manifestação deverá acontecer com uma caminhada pela Av. Desembargador Moreira, com concentração na Praça da Imprensa, seguindo até a agência do INSS, no Meireles, para denunciar mais esse ataque aos direitos sociais, promovido pelo governo Temer.

Outras atividades também acontecerão ao longo da primeira semana de março, entre elas, um debate com a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), no Sindicato dos Bancários, marcada para o dia 4, a partir das 9 horas da manhã.

 

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