“Na delegacia, disseram que iam acabar com minha vida”, diz estudante presa por pichação

A estudante de direito e suplente de vereador, Maira Machado Frota Pinheiro (PT), 26 anos, que deve ser alvo da primeira multa por pichar muros na cidade de São Paulo, divulgou um vídeo em que revela ameaças feitas no momento de sua prisão; Maira foi detida na madrugada de sábado, 4, por agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM); "na delegacia, disseram que iam acabar com a minha vida, mas com termos mais chulos"; diz ela, que afirma ter sido usada como uma "cortina de fumaça" para esconder a política higienista de João Doria, que criminaliza a juventude

A estudante de direito e suplente de vereador, Maira Machado Frota Pinheiro (PT), 26 anos, que deve ser alvo da primeira multa por pichar muros na cidade de São Paulo, divulgou um vídeo em que revela ameaças feitas no momento de sua prisão; Maira foi detida na madrugada de sábado, 4, por agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM); "na delegacia, disseram que iam acabar com a minha vida, mas com termos mais chulos"; diz ela, que afirma ter sido usada como uma "cortina de fumaça" para esconder a política higienista de João Doria, que criminaliza a juventude
A estudante de direito e suplente de vereador, Maira Machado Frota Pinheiro (PT), 26 anos, que deve ser alvo da primeira multa por pichar muros na cidade de São Paulo, divulgou um vídeo em que revela ameaças feitas no momento de sua prisão; Maira foi detida na madrugada de sábado, 4, por agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM); "na delegacia, disseram que iam acabar com a minha vida, mas com termos mais chulos"; diz ela, que afirma ter sido usada como uma "cortina de fumaça" para esconder a política higienista de João Doria, que criminaliza a juventude (Foto: Giuliana Miranda)

SP 247 - A estudante de direito e suplente de vereador, Maira Machado Frota Pinheiro (PT), 26 anos, que deve ser alvo da primeira multa por pichar muros na cidade de São Paulo, divulgou um vídeo em que revela ameaças feitas no momento de sua prisão; Maira foi detida na madrugada de sábado, 4, por agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM). "Na delegacia, disseram que iam acabar com a minha vida, mas com termos mais chulos"; diz ela, que afirma ter sido usada como uma "cortina de fumaça" para esconder a política higienista de João Doria, que criminaliza a juventude.

“A viatura da GCM ficou passeando comigo pela madrugada, não me falaram para onde iam me levar, não me falaram qual era a acusação", conta Maira.

"Saindo de lá eu me deparei com uma cobertura que me reduziu a um personagem para jogar uma cortina de fumaça em cima de um projeto higienista que é feito para perseguir uma parcela da juventude", completa. "Um projeto Criminaliza a juventude, principalmente negra e periferia. Estão se aproveitando e eu não me encaixar nesse perfil para vender essa história como se fosse uma outra coisa e fazer de mim um bode expiatório", diz ainda.

Reportagem da Carta Capital dá mais detalhes sobre o caso:

"Liberada após assinar um termo circunstanciado, ela deve ser enquadrada na Lei que institui multa de cinco mil reais para quem for flagrado pichando muros e de dez mil reais se o imóvel for patrimônio público. Com apoio até da bancada do PT, o projeto de Lei 56/2005 foi aprovado com folga no dia 14 fevereiro, recebeu 51 votos a favor e apenas 2 contra, de Toninho Vespoli e Sâmia Bomfim, ambos do PSOL.

O combate a pichação em São Paulo tem sido uma das bandeiras desde os primeiros dias gestão Doria.  Doria endureceu o discurso e disse que pretende instalar 2500 câmeras integradas ao Copom da Policia Militar para fiscalizar os muros da cidade. A caça, envolve até o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), especializado em crimes graves como roubo a banco, lavagem de dinheiro e facções criminosas, quem passou a buscar enquadrar os pichadores por associação criminosa.

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