Na recessão de Temer, 60 milhões de brasileiros estão inadimplentes

Pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que o Brasil possui 59,4 milhões de pessoas com o CPF negativado, estando impedidas de terem acesso ao crédito, a despeito do discurso oficial do governo sobre a melhora dos indicadores econômicos; desemprego e a queda na renda resultantes da política econômica de Michel Temer são apontados como os principais fatores que levaram a inadimplência

Pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que o Brasil possui 59,4 milhões de pessoas com o CPF negativado, estando impedidas de terem acesso ao crédito, a despeito do discurso oficial do governo sobre a melhora dos indicadores econômicos; desemprego e a queda na renda resultantes da política econômica de Michel Temer são apontados como os principais fatores que levaram a inadimplência
Pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que o Brasil possui 59,4 milhões de pessoas com o CPF negativado, estando impedidas de terem acesso ao crédito, a despeito do discurso oficial do governo sobre a melhora dos indicadores econômicos; desemprego e a queda na renda resultantes da política econômica de Michel Temer são apontados como os principais fatores que levaram a inadimplência (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que o Brasil possui 59,4 milhões de pessoas com o CPF negativado, estando impedidas de terem acesso ao crédito, a despeito do discurso oficial sobre a melhora dos indicadores econômicos.

O desemprego e a queda na renda são apontados como os principais fatores que levaram a inadimplência, de acordo com a pesquisa, que será divulgada nesta terça-feira 22, mas foi adiantada pelo jornal O Globo.

Segundo a pesquisa, 26% dos 600 entrevistados em todo o país apontaram o desemprego como a principal razão para a inadimplência. Outros 14% citaram a queda na renda como a causa do atraso.

Em 2016 e 2015, o desemprego foi citado como a causa da inadimplência por 28% e 33% dos entrevistados, respectivamente. A dívida média da população é de R$ 2.980,00 um valor considerado alto pelo SPC.

A maioria dos inadimplentes (93%) está nas classes C, D e E, enquanto 7% pertencem às classes A e B. O estudo revela que cinco em cada dez acham que não conseguirão quitar nem ao menos uma parte dos débitos atrasados nos próximos três meses.

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