‘Não conseguem derrubar Lula nas urnas e apelam para o tapetão’

Deputado Marco Maia (PT-RS) afirmou que todo o processo contra o ex-presidente Lula "deixa claro que ele está pagando o preço por querer que o povo conquiste a vida que tanto sonhou"; "Eles querem derrubar Lula de qualquer jeito. Sabem que nunca conseguirão nas urnas, então apelaram para o tapetão!", disse

‘Não conseguem derrubar Lula nas urnas e apelam para o tapetão’
‘Não conseguem derrubar Lula nas urnas e apelam para o tapetão’ (Foto: LUCIO BERNARDO JR)

Rio Grande do Sul 247 - O deputado federal Marco Maia (PT-RS) afirmou que todo o processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "deixa claro que ele está pagando o preço por querer que o povo conquiste a vida que tanto sonhou".

"A diferença entre um governo de verdade (Lula) e um governo ilegítimo (Temer) nunca foi tão clara! Eles querem derrubar Lula de qualquer jeito. Sabem que nunca conseguirão nas urnas, então apelaram para o tapetão!", disse.

Sob o governo Temer, o País fechou 2017 com mais cortes do que contratações, teve duas vezes este ano (2018) a nota de crédito rebaixada por duas agências de risco (Standard & Poor’s e Fitch), além de promover profundos cortes de direitos sociais. Brasil tem mais de 13 milhões de desempregados paralelamente a profundos retrocessos sociais, que devem aumentar com o chamado 'Teto dos Gastos, proposta promulgada pelo governo e que prevê o investimento de um ano limitado ao do ano anterior corrigido pela inflação durante 20 anos. Ou seja, congela os investimentos públicos.

Enquanto isso, o ex-presidente Lula, já considerado o melhor presidente da história do País, de acordo com pesquisa oficial, lidera as intenções de votos, com 33%, de acordo com pesquisa Ibope, divulgada no final do mês passado. Em segundo lugar apareceu o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), com 15%, seguido pela ex-senadora Marina Silva, da Rede (7%). 

Depois vêm Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), com 4% cada. Álvaro Dias (Podemos) alcançou 2%. Os presidenciáveis que atingiram 1% foram Fernando Collor de Mello (PTC):, Manuela D'Ávila (PC do B), Levy Fidelix (PRTB) e Flávio Rocha (PRB) - este último já retirou sua candidatura. João Goulart Filho ficou com 0; outro com menos de 1% dos votos somaram 2%; brancos e nulos, 22%, e os que não souberam ou não responderam, 6%.

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