Não há tornozeleira para Wesley Batista em São Paulo

O empresário Wesley Batista, acionista do frigorífico JBS, foi solto por decisão do STJ, mas não há tornozeleira eletrônica disponível no Estado de São Paulo; o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), rompeu o contrato com a Synergye Tecnologia, empresa responsável pelo monitoramento de cerca de 7 mil detentos; Wesley foi solto na madrugada desta quarta-feira 21

Brasília - A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da JBS realiza audiência pública para ouvir o empresário Wesley Batista, um dos donos da JBS (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da JBS realiza audiência pública para ouvir o empresário Wesley Batista, um dos donos da JBS (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)

247 -  O empresário Wesley Batista foi solto na madrugada desta quarta-feira 21 por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas não há tornozeleira eletrônica disponível no Estado de São Paulo, conforme apuração da Folha com fontes da Polícia Federal e do entorno do empresário.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), rompeu o contrato com a Synergye Tecnologia, empresa responsável pelo monitoramento de cerca de 7 mil detentos.

O sócio da JBS é acusado de ter usado informações privilegiadas da delação assinada com a Procuradoria-Geral da República para lucrar no mercado de câmbio e de ações. O STJ impôs como condição de liberdade o monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Wesley está proibido de sair do País, de participar de operações no mercado de capitais, deve comparecer em juízo periodicamente e manter endereço atualizado. 

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