‘Não queira saber como é minha vida’, diz irmão de Richthofen

Essa teria sido a frase de Andreas Richthofen aos policiais que o cercaram no início da semana enquanto ele pulava o muro de uma casa na zona sul, com a roupa rasgada e em aparente estado de surto psicótico; pessoas próximas viram sinais de uma "fase difícil" na vida do irmão de Suzane vin Richthofen, condenada pela morte dos próprios pais em 2002

Essa teria sido a frase de Andreas Richthofen aos policiais que o cercaram no início da semana enquanto ele pulava o muro de uma casa na zona sul, com a roupa rasgada e em aparente estado de surto psicótico; pessoas próximas viram sinais de uma "fase difícil" na vida do irmão de Suzane vin Richthofen, condenada pela morte dos próprios pais em 2002
Essa teria sido a frase de Andreas Richthofen aos policiais que o cercaram no início da semana enquanto ele pulava o muro de uma casa na zona sul, com a roupa rasgada e em aparente estado de surto psicótico; pessoas próximas viram sinais de uma "fase difícil" na vida do irmão de Suzane vin Richthofen, condenada pela morte dos próprios pais em 2002 (Foto: Charles Nisz)

247 - "Não queira saber como é minha vida". Assim Andreas Albert von Richthofen, 29, resume sua situação.

A declaração foi feita pelo irmão de Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais em 2002, aos policiais que o cercaram no início da semana enquanto ele pulava o muro de uma casa na zona sul de São Paulo, em aparente estado de confusão mental, segundo o consultor tributário Mauricio Orlando.

"Estava assustado. Acho que não queria que soubessem quem era", disse o consultor, segundo reportagem da Folha.

Às 6h47 de terça-feira 30, ele foi filmado por câmeras descendo a rua Engenheiro Alonso de Azevedo. Andreas rasgou as roupas ao pular as grades da casa e ser espetado por pequenas lanças. O rapaz caiu em um jardim e deitou sob a janela, onde permaneceu quieto, sangrando.

A PM apareceu às 7h30. Transtornado, ele foi conduzido para a frente da casa. Ele contou que sua casa atual fica na rua República do Iraque, perto de onde residia a família Richthofen antes do crime.

Graduado em Farmácia e Bioquímica pela USP, possui doutorado em Química pela mesma universidade, que frequentou entre 2005 e 2015. Andreas era considerado aluno competente pelos seus professores. "Sempre foi uma pessoa excelente, afável, aluno exemplar. Não soube mais dele depois que terminou [o doutorado]", disse Cláudio Di Vitta, professor que orientou Andreas na pós-graduação.

Pessoas próximas viram sinais de uma "fase difícil" na vida de Andreas, segundo reportagem do jornal Extra (leia aqui).

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