“Não tem erro ter menos de 200 votos”, afirma Guimarães

O líder do Governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que a base aliada trabalha com uma margem de 200 a 216 votos contra o golpe à democracia brasileira. O deputado avaliou ainda que a debandada do PP não muda os votos de quem já está decidido a se posicionar contra o impeachment da presidente Dilma (PT)

O líder do Governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que a base aliada trabalha com uma margem de 200 a 216 votos contra o golpe à democracia brasileira. O deputado avaliou ainda que a debandada do PP não muda os votos de quem já está decidido a se posicionar contra o impeachment da presidente Dilma (PT)
O líder do Governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que a base aliada trabalha com uma margem de 200 a 216 votos contra o golpe à democracia brasileira. O deputado avaliou ainda que a debandada do PP não muda os votos de quem já está decidido a se posicionar contra o impeachment da presidente Dilma (PT) (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará247 - Mesmo após o anúncio da saída do PP da base aliada, o líder do Governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), continua otimista quanto à votação do processo de impeachment da presidente Dilma (PT), marcado para este domingo (17). De acordo com informações do Estadão, o Planalto trabalha com uma margem de 200 a 216 votos contra o golpe à democracia. “Não tem erro de ter menos de 200 votos”, afirmou.

Guimarães passou toda a manhã e voltará à tarde ao Palácio do Planalto para participar das negociações em torno da conquista de votos. Para ele, mais importante do que fechar acordo com partidos, é buscar o voto de cada deputado nesta reta final. “Voto é um a um”, disse. 

O parlamentar avaliou ainda que o abandono do PP causou impacto nos ânimos dos governistas, mas que a decisão do partido não muda os votos de quem já se posicionará contra o afastamento. “Deu uma baqueada, mas não altera nada”, declarou.

 

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