“Não tenho nada a esconder”, diz Edvaldo

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, negou eventuais irregularidades na contratação da empresa da coleta de lixo na capital, após a conclusão do inquérito do Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administrativa Pública (Deotap), instaurado para apurar irregularidades na contratação da empresa; “Não tomei conhecimento do conteúdo da citação. Mas não tenho nada a temer e a esconder. A minha vida é um livro aberto”, disse Edvaldo

Edvaldo Nogueira Aracaju
Edvaldo Nogueira Aracaju (Foto: Leonardo Lucena)

Sergipe 247 - O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, negou eventuais irregularidades na contratação da empresa da coleta de lixo na capital, após a conclusão do inquérito do Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administrativa Pública (Deotap), instaurado para apurar irregularidades na contratação da empresa. “Não tomei conhecimento do conteúdo da citação. Mas não tenho nada a temer e a esconder. A minha vida é um livro aberto”, disse Edvaldo. No documento, entregue à Justiça na quarta-feira (19), os delegados citaram os nomes de Josetino Vitale, o Nitinho, atual presidente da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), e de Edvaldo. São 14 iniciados no inquérito.

Os delegados pedem que o Ministério Público apure a conduta do vereador e consideram o fato “passível de configuração de ato improbidade administrativa (Nitinho é o presidente da Câmara de Vereadores de Aracaju e um dos principais artífices do arquivamento do requerimento da CPI do Lixo)”.

O vereador não entende como crime uma indicação de emprego. “Estamos diariamente recebendo pedidos de emprego. E nós repassamos pedidos para empresas. Não vejo crime nisso. Sobre o arquivamento da CPI do lixo foi uma decisão da casa e não somente do presidente da Câmara”, disse Nitinho. O relato é do G1.

Segundo o texto, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), ligado ao Ministério da Fazenda, que atua na prevenção e combate à lavagem de dinheiro, detectou saques suspeitos de grandes quantias em dinheiro na boca do caixa pelo empresário da Torre, José Antônio Torres Neto.

De acordo com o inquérito, os saques ocorreram “nas vésperas do segundo turno das eleições municipais de 2016, aliado a contratos telefônicos mantidos com o então candidato a prefeito Edvaldo Nogueira, atualmente detentor de foro por prerrogativa de função, igualmente contrário à instalação da CPI do Lixo na Câmara de Vereadores”.

 

 

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