Nardes antecipa voto e diz que TCU fará história

Ministro Augusto Nardes, relator das contas de Dilma Rousseff no Tribunal de Contas da União, indica rejeição à defesa do governo no órgão: “O TCU já havia alertado sobre a Petrobras, o BNDES, entre outras coisas. O tribunal cumpre sua parte ao dizer que era necessária uma mudança de postura. O país tem que aproveitar este momento para dar uma virada. Não no sentido de tirar a presidente, impeachment não cabe a mim avaliar, mas ao Congresso. O que posso garantir é que vou fazer o voto mais equilibrado possível”, diz; “O TCU fara história”, garante 

Ministro Augusto Nardes, relator das contas de Dilma Rousseff no Tribunal de Contas da União, indica rejeição à defesa do governo no órgão: “O TCU já havia alertado sobre a Petrobras, o BNDES, entre outras coisas. O tribunal cumpre sua parte ao dizer que era necessária uma mudança de postura. O país tem que aproveitar este momento para dar uma virada. Não no sentido de tirar a presidente, impeachment não cabe a mim avaliar, mas ao Congresso. O que posso garantir é que vou fazer o voto mais equilibrado possível”, diz; “O TCU fara história”, garante 
Ministro Augusto Nardes, relator das contas de Dilma Rousseff no Tribunal de Contas da União, indica rejeição à defesa do governo no órgão: “O TCU já havia alertado sobre a Petrobras, o BNDES, entre outras coisas. O tribunal cumpre sua parte ao dizer que era necessária uma mudança de postura. O país tem que aproveitar este momento para dar uma virada. Não no sentido de tirar a presidente, impeachment não cabe a mim avaliar, mas ao Congresso. O que posso garantir é que vou fazer o voto mais equilibrado possível”, diz; “O TCU fara história”, garante  (Foto: Roberta Namour)
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247 – O ministro Augusto Nardes, relator das contas de Dilma Rousseff no Tribunal de Contas da União, antecipa seu voto sobre o caso.

Em entrevista ao Valor, ele indica rejeição à defesa do governo no órgão: “O TCU já havia alertado sobre a Petrobras, o BNDES, entre outras coisas. O tribunal cumpre sua parte ao dizer que era necessária uma mudança de postura. O país tem que aproveitar este momento para dar uma virada. Não no sentido de tirar a presidente, impeachment não cabe a mim avaliar, mas ao Congresso. O que posso garantir é que vou fazer o voto mais equilibrado possível”, diz. “O TCU fara história”, garante.

A expectativa é que o julgamento aconteça entre 14 e 21 de outubro. Segundo ele, o clima de beligerância criado em torno do processo se deve ao fato de que “quem está no poder há 12 anos não aceita contestações” (leia aqui).

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