Nassif: Xadrez do cerco financeiro imposto a Minas Gerais

O governador de Minas, Fernando Pimentel (PT)n tem enfrentado “as três pragas do Egito”: a primeira é a herança recebida do governo Anastasia de um rombo de R$ 8 bilhões nas finanças estaduais; a segunda, os efeitos da crise política nacional, que levou à crise econômica e a uma queda generalizada nas receitas fiscais; por último o boicote do governo Temer, concretizado em três ações sistemáticas contra os mineiros; revelação é do jornalista Luis Nassif

O governador de Minas, Fernando Pimentel (PT)n tem enfrentado “as três pragas do Egito”: a primeira é a herança recebida do governo Anastasia de um rombo de R$ 8 bilhões nas finanças estaduais; a segunda, os efeitos da crise política nacional, que levou à crise econômica e a uma queda generalizada nas receitas fiscais; por último o boicote do governo Temer, concretizado em três ações sistemáticas contra os mineiros; revelação é do jornalista Luis Nassif
O governador de Minas, Fernando Pimentel (PT)n tem enfrentado “as três pragas do Egito”: a primeira é a herança recebida do governo Anastasia de um rombo de R$ 8 bilhões nas finanças estaduais; a segunda, os efeitos da crise política nacional, que levou à crise econômica e a uma queda generalizada nas receitas fiscais; por último o boicote do governo Temer, concretizado em três ações sistemáticas contra os mineiros; revelação é do jornalista Luis Nassif (Foto: Voney Malta)
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Por Luis Nassif/Jornal GGN- O governo Fernando Pimentel vem enfrentando as três pragas do Egito.

A primeira, a herança recebida do governo Anastasia de um rombo de R$ 8 bilhões nas finanças estaduais. 

A segunda, os efeitos da crise política nacional, que levou à crise econômica e a uma queda generalizada nas receitas fiscais. 

O terceiro, o boicote do governo Temer, concretizado em três ações sistemáticas contra o Estado de Minas.

Revelação é do jornalista Luis Nassif,  do Jornal GGN, que também cita os três golpes desferidos pelo governo do presidente Michel Temer contra Minas Gerais, caso do golpe no acordo fiscal que a União propôs um acordo para dar alívio fiscal aos Estados. 

Uma das condições era o Estado abrir mão das ações em que questionava suas dívidas. Minas Gerais seguiu o combinado. 

Mas não concordou com as demais imposições: aumento do percentual de contribuição ao sistema previdenciário – além de demissões, proibição de novas contratações e venda de empresas públicas, como a própria Cemig.

Assim que desistiu das ações, em lugar de alívio, Minas foi alvo de uma ação visando bloquear R$ 6 bilhões de parcelas suspensas da dívida, e sequestrando R$ 122 milhões.

A armadilha foi desfeita por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que determinou a liberação dos recursos.

Se não fosse a ação rápida do governador Fernando Pimentel, mobilizando seus deputados e a Advocacia Geral, para que recorresse ao Supremo, a medida teria espalhado o caos pelo Estado.

Leia aqui na íntegra.

 

 

 

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