No Recife, PF cumpre mandados de prisão da Operação Custo Brasil

Operação Custo Brasil, desdobramento da Operação Lava Jato deflagrada nesta quinta-feira (23) pela Polícia Federal, cumpre dois mandados de prisão, nos bairros da Jaqueira e de Boa Viagem, áreas nobres da capital pernambucana; pedidos de prisão foram expedidos em nome do advogado pernambucano Emanuel Dantas do Nascimento, que teria empresas ligadas ao esquema, e do empresário Joaquim José Maranhão da Câmara, que seria ligado à Federação de Futebol de Pernambuco; agentes também cumprem três mandados de busca e apreensão

Operação Custo Brasil, desdobramento da Operação Lava Jato deflagrada nesta quinta-feira (23) pela Polícia Federal, cumpre dois mandados de prisão, nos bairros da Jaqueira e de Boa Viagem, áreas nobres da capital pernambucana; pedidos de prisão foram expedidos em nome do advogado pernambucano Emanuel Dantas do Nascimento, que teria empresas ligadas ao esquema, e do empresário Joaquim José Maranhão da Câmara, que seria ligado à Federação de Futebol de Pernambuco; agentes também cumprem três mandados de busca e apreensão
Operação Custo Brasil, desdobramento da Operação Lava Jato deflagrada nesta quinta-feira (23) pela Polícia Federal, cumpre dois mandados de prisão, nos bairros da Jaqueira e de Boa Viagem, áreas nobres da capital pernambucana; pedidos de prisão foram expedidos em nome do advogado pernambucano Emanuel Dantas do Nascimento, que teria empresas ligadas ao esquema, e do empresário Joaquim José Maranhão da Câmara, que seria ligado à Federação de Futebol de Pernambuco; agentes também cumprem três mandados de busca e apreensão (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - A Operação Custo Brasil, desdobramento da Operação Lava Jato deflagrada nesta quinta-feira (23) pela Polícia Federal, cumpre dois mandados de prisão, nos bairros da Jaqueira e de Boa Viagem, áreas nobres da capital pernambucana. Os pedidos de prisão fora expedidos em nome do advogado pernambucano Emanuel Dantas do Nascimento, que possui empresas que teriam recebido propina do esquema, e do também empresário Joaquim José Maranhão da Câmara, que seria ligado à Federação de Futebol de Pernambuco. Agentes também cumprem três mandados de busca e apreensão.

Objetivo da operação é investigar irregularidades que somariam R$ 100 milhões em contratos de prestação de serviços de informática, entre os anos de 2010 e 2015 , junto ao Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão. De acordo com a PF, existem indícios de direcionamento para a contratação de empresas para o gerenciamento da gestão de crédito consignado na folha de pagamentos de servidores federais.

Ao todo, a PF busca cumprir 11 mandados de prisão preventiva, 40 mandados de busca e apreensão e outros 14 mandados de condução coercitiva em São Paulo, no Paraná, no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, além de Pernambuco.

 

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