No Senado, Amorim culpa "desgoverno" de Sergipe por aumento da violência

Em discurso no Senado, Eduardo Amorim (PSC) disse que falta de pessoal na segurança pública é uma das causas do aumento da violência em Sergipe; segundo ele, para atender aos 75 municípios do Estado há 520 policiais militares nas ruas, quando seriam necessários 8 mil desses profissionais; além disso, de acordo com o parlamentar, são 142 delegados da polícia civil, número que  insuficiente para prestar um serviço de qualidade à população

Em discurso no Senado, Eduardo Amorim (PSC) disse que falta de pessoal na segurança pública é uma das causas do aumento da violência em Sergipe; segundo ele, para atender aos 75 municípios do Estado há 520 policiais militares nas ruas, quando seriam necessários 8 mil desses profissionais; além disso, de acordo com o parlamentar, são 142 delegados da polícia civil, número que  insuficiente para prestar um serviço de qualidade à população
Em discurso no Senado, Eduardo Amorim (PSC) disse que falta de pessoal na segurança pública é uma das causas do aumento da violência em Sergipe; segundo ele, para atender aos 75 municípios do Estado há 520 policiais militares nas ruas, quando seriam necessários 8 mil desses profissionais; além disso, de acordo com o parlamentar, são 142 delegados da polícia civil, número que  insuficiente para prestar um serviço de qualidade à população (Foto: Valter Lima)
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Agência Senado - O senador Eduardo Amorim (PSC-SE) informou nesta quarta-feira (12) que em apenas um final de semana foram registrados 14 casos de homicídios em seu estado. Além disso, houve acidentes com vítimas fatais e um assalto a ônibus, com uso de armas de fogo. Amorim lamentou essa situação em uma região que há até pouco tempo era uma das mais pacíficas do país.

Para o senador, a falta de pessoal na segurança pública é uma das causas do aumento da violência em Sergipe. Denunciou que para atender aos 75 municípios há 520 policiais militares nas ruas, quando seriam necessários 8 mil desses profissionais. Além disso, são 142 delegados da polícia civil, número que, segundo Eduardo Amorim, é insuficiente para prestar um serviço de qualidade à população.

- O fato é que alguns delegados são responsáveis por quatro delegacias. A maioria das delegacias do interior tem no máximo dois agentes e há localidades onde simplesmente não há agentes - denunciou o senador.

Eduardo Amorim responsabilizou o governo estadual por esse quadro de insegurança. Ele disse que o estado vive em situação de "desgoverno", em que não há valorização da vida.

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