No seu quarto dia, greve dos caminhoneiros provoca desabastecimento

Vários trechos de rodovias do Ceará continuam interditadas pelos caminhoneiros. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 10 trechos estão fechados no estado. A greve entra hoje em seu quarto dia e deve prosseguir, pelo menos, até sexta-feira. A greve atinge diretamente a economia e o desabastecimento já ameaça vários setores, entre eles, os postos de gasolina, que na noite de ontem, registraram filas nas bombas. Também na Centrais de Abastecimento do Ceará S.A (Ceasa/CE), os preços de frutas e verduras dispararam  e os supermercados já começam a sofrer com a falta de alguns produtos

Vários trechos de rodovias do Ceará continuam interditadas pelos caminhoneiros. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 10 trechos estão fechados no estado. A greve entra hoje em seu quarto dia e deve prosseguir, pelo menos, até sexta-feira. A greve atinge diretamente a economia e o desabastecimento já ameaça vários setores, entre eles, os postos de gasolina, que na noite de ontem, registraram filas nas bombas. Também na Centrais de Abastecimento do Ceará S.A (Ceasa/CE), os preços de frutas e verduras dispararam  e os supermercados já começam a sofrer com a falta de alguns produtos
Vários trechos de rodovias do Ceará continuam interditadas pelos caminhoneiros. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 10 trechos estão fechados no estado. A greve entra hoje em seu quarto dia e deve prosseguir, pelo menos, até sexta-feira. A greve atinge diretamente a economia e o desabastecimento já ameaça vários setores, entre eles, os postos de gasolina, que na noite de ontem, registraram filas nas bombas. Também na Centrais de Abastecimento do Ceará S.A (Ceasa/CE), os preços de frutas e verduras dispararam  e os supermercados já começam a sofrer com a falta de alguns produtos (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - Vários trechos de rodovias do Ceará continuam interditadas pelos caminhoneiros. Rodovias estaduais e federais próximas a Aracati, Eusébio, Pacajus, Russas, Tianguá, Limoeiro do Norte e Canindé são alguns dos pontos que estão com manifestações, bloqueando o acostamento. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 10 trechos estão fechados no estado.

A greve entra hoje em seu quarto dia e deve prosseguir, pelo menos, até sexta-feira, segundo informaram lideres do movimento. Para os  caminhoneiros, o anúncio da Petrobras, de redução de 10% do preço do diesel por 15 dias, não resolve o problema e a paralisação continuará. 

A greve atinge diretamente a economia e o desabastecimento já ameaça entre vários setores, entre eles, os postos de gasolina, que na noite de ontem, registraram filas nas bombas. Também na Centrais de Abastecimento do Ceará S.A (Ceasa/CE), os preços de frutas e verduras dispararam e os supermercados já começam a sofrer com a falta de alguns produtos. A batata foi o produto que registrou a maior alta, com o preço chegando a R$ 9,00 o quilo.

Outro setor bastante afetado é o de lacticínios. O leite não está chegando dos produtores para a industrialização e a produção está praticamente parada.

Até a área cultural enfrenta problemas com a paralisação dos caminhoneiros. O espetáculo "Grande Sertão: Veredas", que seria apresentado na capital cearense neste fim de semana, foi cancelado  porque o caminhão que transporta cenários e equipamentos técnicos está retido. 

 

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