Nome de Paes Landim sai da lista de Fachin

O processo que investigaria o deputado Paes Landim (PTB) na Operação Lava Jato foi devolvido a PGR para nova avaliação; a informação é do gabinete do deputado, que, em nota informou que o ministro Edson Fachin, relator da operação no STF, determinou que não fosse aberto inquérito contra ele; segundo a nota, Paes Landim disse que todas doações recebidas estão legalizadas e as contas foram prestada junto à Justiça Eleitoral

O processo que investigaria o deputado Paes Landim (PTB) na Operação Lava Jato foi devolvido a PGR para nova avaliação; a informação é do gabinete do deputado, que, em nota informou que o ministro Edson Fachin, relator da operação no STF, determinou que não fosse aberto inquérito contra ele; segundo a nota, Paes Landim disse que todas doações recebidas estão legalizadas e as contas foram prestada junto à Justiça Eleitoral
O processo que investigaria o deputado Paes Landim (PTB) na Operação Lava Jato foi devolvido a PGR para nova avaliação; a informação é do gabinete do deputado, que, em nota informou que o ministro Edson Fachin, relator da operação no STF, determinou que não fosse aberto inquérito contra ele; segundo a nota, Paes Landim disse que todas doações recebidas estão legalizadas e as contas foram prestada junto à Justiça Eleitoral (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Piauí Hoje - O processo que investigaria o deputado Paes Landim (PTB) na Operação Lava Jato foi devolvido a Procuradoria Geral da República (PGR) para nova avaliação. A informação é do gabinete do deputado, que, em nota informou que o ministro Edson Fachin, relator da operação no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que não fosse aberto inquérito contra ele.

Segundo a nota, Paes Landim disse que todas doações recebidas estão legalizadas e as contas foram prestada junto à Justiça Eleitoral. Na noite dessa quarta-feira, 11, o deputado foi citado na lista onde aparecem os nomes de 108 políticos que devem ser investigados e que são alvos de 83 inquéritos, encaminhados pela PGR ao STF baseados em delações de empreiteiros da Odebrecht, e que possuem foto privilegiado.

Veja a nota na íntegra:

"Ao contrário do divulgado pelo Estadão, o deputado Paes Landim não foi incluído na lista de Fachin. O Ministro determinou que o seu caso, juntamente com outros 07, fosse enviado de volta à PGR, para uma nova avaliação.

Cumpre destacar que as menções até então feitas ao deputado foram realizadas pelo senhor Claudio Melo Filho, que afirmou expressamente q a Construtora fez doação ao deputado em razão de um pronunciamento que fizera quando do falecimento de seu pai - que também era piauiense - e do seu bom trânsito no Congresso, e não como forma de pagamento de propina, ou em razão de qualquer demanda que tenha contado com a ajuda ou simpatia de Landim.

O deputado confirma o recebimento da doação, que se encontra registrada em sua prestação de contas à Justiça Eleitoral em dois recibos eleitorais, de números 014100600000PI000030 e 014100600000PI000036. Portanto, conforme determinava, à época, a legislação eleitoral."

A lista

Fachin abriu 83 inquéritos contra 108 pessoas no âmbito da investigação do esquema de propina na Petrobras. A informação foi divulgada pelo blog do Fausto Macedo. Na lista há nove ministros do governo Temer, 29 senadores e 42 deputados federais. Os senadores Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, e Romero Jucá (RR), presidente do PMDB, são os políticos com o maior número de inquéritos a serem abertos: cinco cada. Os pedidos de abertura de inquérito têm como base as delações de 78 executivos da Odebrecht.

O governo Temer é atingido em cheio. São alvos dos pedidos de investigação os ministros Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Padilha e Kassab responderão em duas investigações, cada.

O ministro da Cultura, Roberto Freire, apareceu na lista, mas deve escapar por ter mais de 70 anos. 

 

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