Novo cangaço preocupa área de segurança do NE

Os governos do Nordeste e o setor bancário devem se juntar para combater o aumento registrado nos ataques contra bancos e caixas eletrônicos na Região; o objetivo é aumentar a segurança nas fronteiras interestaduais para dificultar a movimentação das quadrilhas, cobrar das instituições bancárias um maior esquema de segurança e aumentar o número de policiais durante o abastecimento de caixas eletrônicos e agências bancárias.  Somente neste ano já foram contabilizados 155 ataques do chamado "Novo Cangaço”, em referência fenômeno do cagaço, que ocorreu no Nordeste no início do século 20 e que tem na figura de Lampião, o “Rei do Cangaço”, o seu maior ícone

Os governos do Nordeste e o setor bancário devem se juntar para combater o aumento registrado nos ataques contra bancos e caixas eletrônicos na Região; o objetivo é aumentar a segurança nas fronteiras interestaduais para dificultar a movimentação das quadrilhas, cobrar das instituições bancárias um maior esquema de segurança e aumentar o número de policiais durante o abastecimento de caixas eletrônicos e agências bancárias.  Somente neste ano já foram contabilizados 155 ataques do chamado "Novo Cangaço”, em referência fenômeno do cagaço, que ocorreu no Nordeste no início do século 20 e que tem na figura de Lampião, o “Rei do Cangaço”, o seu maior ícone
Os governos do Nordeste e o setor bancário devem se juntar para combater o aumento registrado nos ataques contra bancos e caixas eletrônicos na Região; o objetivo é aumentar a segurança nas fronteiras interestaduais para dificultar a movimentação das quadrilhas, cobrar das instituições bancárias um maior esquema de segurança e aumentar o número de policiais durante o abastecimento de caixas eletrônicos e agências bancárias.  Somente neste ano já foram contabilizados 155 ataques do chamado "Novo Cangaço”, em referência fenômeno do cagaço, que ocorreu no Nordeste no início do século 20 e que tem na figura de Lampião, o “Rei do Cangaço”, o seu maior ícone (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - Os governos do Nordeste e o setor bancário devem se juntar para combater o aumento registrado nos ataques contra bancos e caixas eletrônicos na Região. O objetivo e aumentar a segurança nas fronteiras interestaduais para dificultar a movimentação das quadrilhas, cobrar das instituições bancárias um maior esquema de segurança e aumentar o número de policiais durante o abastecimento de caixas eletrônicos e agências bancárias. Os ataques já são conhecidos como “o Novo Cangaço”, em referência ao bando que atuou no Nordeste no início do século 20 e que era liderado por Lampião, figura conhecida em toda a Região como o “Rei do Cangaço”.

O número de assaltos a bancos tem aumentado principalmente nas pequenas cidades. Nesta quarta-feira (19), o Secretário de Defesa Social de Alagoas e presidente do Conselho de Segurança Pública do Nordeste, Eduardo Tavares, deve receber representantes de bancos para cobrar um maior combate às práticas criminosas.

“Queremos mostrar que esta é uma situação intimamente ligada ao dono do banco. É também uma questão de polícia, mas o problema é dos bancos, que tem que cumprir o que a lei manda”, relatou Tavares ao UOL. Tavares afirmou, ainda, que se trata de uma só quadrilha, a qual se movimenta pelo Nordeste. “Os criminosos saem migrando se acordo com o arrocho do Estado. Por isso, vamos intensificar as fronteiras em estratégia entre as seguranças públicas do Nordeste” relatou..

De acordo com o secretário de Saúde e Segurança do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, Wellington Trindade, os maiores investimentos realizados pelos bancos se referem à segurança eletrônica, fazendo com que a segurança dos clientes e dos funcionários fique em segundo plano.

“Existe um grande investimento, mas para a segurança eletrônica. A segurança das pessoas é sempre colocada em segundo plano, tendo em vista que o custo é maior, eles jogam a responsabilidade para o poder público”, criticou Tavares. Em 2013, o investimento feito pelos bancos para a segurança foi na ordem de R$ 9 bilhões, considerado como o maior da história.

O método de ataque apresentado pelas quadrilhas é sempre o mesmo: após cercar as delegacias e polícias das cidades, os bandidos roubam os bancos e fogem efetuando disparos. De janeiro até a metade de março de 2014, sete dos nove Estados do Nordeste registraram 155 casos registrados envolvendo os ataques.

A Bahia é o local com o maior número de registros (46), seguida por 31 casos na Paraíba, 25 em Alagoas, 21 no Maranhão e 14 no Ceará. Pernambuco e Piauí apresentam, respectivamente, seis e três casos registrados. Em Sergipe e no Rio Grande do Norte foram totalizados nove ataques.

 

Confira aqui a matéria publicada pelo UOL sobre o assunto.

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