Novo secretariado só será anunciado após reforma

A composição do secretariado do novo governo de Jackson Barreto (PMDB) só será anunciada após a aprovação dos projetos de reforma administrativa, encaminhados ontem à Assembleia Legislativa; a informação é do secretário de Estado da Casa Civil, Zezinho Sobral; segundo ele, só após a aprovação, pelos deputados, da nova estrutura de governo, que inclui a extinção de nove secretarias, sete subsecretarias e algumas empresas públicas, é que o governador irá definir os nomes dos seus auxiliares e que espaços serão dados a cada um dos partidos que compõem o bloco

A composição do secretariado do novo governo de Jackson Barreto (PMDB) só será anunciada após a aprovação dos projetos de reforma administrativa, encaminhados ontem à Assembleia Legislativa; a informação é do secretário de Estado da Casa Civil, Zezinho Sobral; segundo ele, só após a aprovação, pelos deputados, da nova estrutura de governo, que inclui a extinção de nove secretarias, sete subsecretarias e algumas empresas públicas, é que o governador irá definir os nomes dos seus auxiliares e que espaços serão dados a cada um dos partidos que compõem o bloco
A composição do secretariado do novo governo de Jackson Barreto (PMDB) só será anunciada após a aprovação dos projetos de reforma administrativa, encaminhados ontem à Assembleia Legislativa; a informação é do secretário de Estado da Casa Civil, Zezinho Sobral; segundo ele, só após a aprovação, pelos deputados, da nova estrutura de governo, que inclui a extinção de nove secretarias, sete subsecretarias e algumas empresas públicas, é que o governador irá definir os nomes dos seus auxiliares e que espaços serão dados a cada um dos partidos que compõem o bloco (Foto: Valter Lima)
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Sergipe 247 - A composição do secretariado do novo governo de Jackson Barreto (PMDB) só será anunciada após a aprovação dos projetos de reforma administrativa, encaminhados ontem à Assembleia Legislativa. A informação é do secretário de Estado da Casa Civil, Zezinho Sobral. Segundo ele, só após a aprovação, pelos deputados, da nova estrutura de governo, que inclui a extinção de nove secretarias, sete subsecretarias e algumas empresas públicas, é que o governador irá definir os nomes dos seus auxiliares e que espaços serão dados a cada um dos partidos que compõem o bloco governista.

Com a redução significativa do número de pastas, de 26 para 16 pastas, os espaços ocupados atualmente pelas legendas deverá sofrer redução. Na semana passada, o governador se reuniu com os presidentes dos partidos para tratar da reforma e avisou que caberá a ele indicar que secretarias serão direcionadas às siglas e não o contrário.

Atualmente, o PMDB ocupa três pastas (Casa Civil, Governo e Planejamento). O PT tem o controle de cinco secretarias (Saúde, Inclusão, Mulheres, Cultura e Meio Ambiente). O PRB controla a Agricultura. O PSD tem a pasta da Justiça e a do Trabalho. O PDT comanda o Turismo. O PC do B tem Direitos Humanos. E há pastas ocupadas por técnicos (Segurança, Desenvolvimento Econômico, Comunicação, Fazenda e Infraestrutura). Só o PSB, do vice-governador eleito Belivaldo Chagas não ocupa espaços no quadro atual de secretarias.

Das pastas que serão mantidas, pelo menos duas delas estão sendo geridas hoje por secretários interinos. É o que acontece com a Educação (que já foi da cota do PSB) e com a Inclusão Social (da cota do PT). Na reforma, ambas as pastas acumularão novas funções.

A Secretaria da Educação desempenhará as funções do Esporte e Lazer. Já a Inclusão receberá as atividades das atuais pastas das Mulheres, do Trabalho e dos Direitos Humanos. Ainda não há definições sobre quem assumirá a Seed. Já para a Inclusão especula-se que a ex-primeira-dama Eliane Aquino pode retornar a ocupar a pasta. Sobre a nova secretaria da Cultura e Turismo, anunciada ontem, não se tem definição ainda do nome de quem ocupará o cargo ou a que partido caberá indicar o secretário.

 

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