"O mensalão 2 pode ser chamado de petrolão"

O cenário político eleitoral ferve com as declarações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, não perde oportunidade de disparar artilharia pesada contra o governo; ele até já sugere um nome para "o novo escândalo"; "A presidente Dilma Rousseff, sempre tão respeitosa com os companheiros condenados pelo STF, agora tem um Mensalão para chamar de seu. É o Mensalão 2, o Petrolão do PT"

O cenário político eleitoral ferve com as declarações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, não perde oportunidade de disparar artilharia pesada contra o governo; ele até já sugere um nome para "o novo escândalo"; "A presidente Dilma Rousseff, sempre tão respeitosa com os companheiros condenados pelo STF, agora tem um Mensalão para chamar de seu. É o Mensalão 2, o Petrolão do PT"
O cenário político eleitoral ferve com as declarações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, não perde oportunidade de disparar artilharia pesada contra o governo; ele até já sugere um nome para "o novo escândalo"; "A presidente Dilma Rousseff, sempre tão respeitosa com os companheiros condenados pelo STF, agora tem um Mensalão para chamar de seu. É o Mensalão 2, o Petrolão do PT" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O cenário político eleitoral ferve com as declarações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, por meio de delação premiada, que tem revelado nomes de parlamentares e membros do governo que teriam recebido propina para viabilizar contratos na estatal. 

E o líder do PSDB na Câmara, deputado baiano Antônio Imbassahy, não perder a oportunidade de disparar artilharia pesada contra a presidente Dilma Rousseff.

"É curioso como o mundo dá voltas. O mesmo partido que acusava os adversários de supostamente pensarem em privatizar a Petrobras é o responsável por causar prejuízos históricos a maior empresa estatal brasileira, orgulho dos cidadãos, jogando nas páginas policiais a credibilidade daquela que é um dos símbolos do patriotismo nacional. Uma rotina que, dado o modus operandi petista, certamente afetou outras empresas estatais, quer seja pela corrupção endêmica, incompetência ou mesmo pela gestão temerária e eleitoreira, como ocorre com a Eletrobras", diz o tucano.

Imbassahy diz que o suposto esquema de corrupção envolvendo a Petrobras dá continuidade ao chamado mensalão do PT, considerado pela oposição e pela mídia como o maior escândalo político da história do País.

"Há tempos afirmamos que o mensalão petista não acabou, apenas migrou sua fonte de arrecadação das agências de publicidade para a Petrobras e outras empresas estatais. Com as novas revelações feitas pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, o que era uma suspeita se confirmou: iniciados no governo do ex-presidente Lula, os desvios para bancar a permanência do PT no poder não apenas continuaram como se tornaram regra na administração Dilma. E se tornaram cada vez maiores".

O líder tucano até já sugere um nome para o novo escândalo. "A presidente Dilma Rousseff, sempre tão respeitosa com os companheiros condenados pelo STF, agora tem um Mensalão para chamar de seu. É o Mensalão 2, o Petrolão do PT".

Imbassahy defende investigação minuciosa de todas as denúncias que estão sendo feitas pelo ex-diretor da estatal. "Nenhuma denúncia pode ficar sem investigação. E a população indignada pede urgência, pois uma eleição não se legitima sem transparência total".

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