“O povo não pode ser prejudicado pela absurda reforma de Temer”

O deputado federal José Guimarães (PT-CE) reuniu-se hoje com centrais sindicais para definir um calendário de mobilizações contra a reforma da Previdência. Na sua avaliação, é necessário realizar protestos no maior número possível de cidades do País.  "A população não pode ser prejudicada pela absurda reforma proposta por Temer e sua turma", destacou

O deputado federal José Guimarães (PT-CE) reuniu-se hoje com centrais sindicais para definir um calendário de mobilizações contra a reforma da Previdência. Na sua avaliação, é necessário realizar protestos no maior número possível de cidades do País.  "A população não pode ser prejudicada pela absurda reforma proposta por Temer e sua turma", destacou
O deputado federal José Guimarães (PT-CE) reuniu-se hoje com centrais sindicais para definir um calendário de mobilizações contra a reforma da Previdência. Na sua avaliação, é necessário realizar protestos no maior número possível de cidades do País.  "A população não pode ser prejudicada pela absurda reforma proposta por Temer e sua turma", destacou (Foto: Rodrigo Rocha)
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Ceará 247 - O líder da minoria na Câmara dos Deputados, José Guimarães, recebeu nesta terça-feira (21), as centrais sindicais CUT, CTB, NCST e Contag. Na pauta, a definição de um calendário de mobilizações contra a reforma da Previdência. A mobilização atingirá milhares de municípios brasileiros, e o deputado avalia que é necessário fazer atividades no maior número possível de cidades do País.

"A população não pode ser prejudicada pela absurda reforma proposta por Temer e sua turma", destacou o líder. Para ele, é fundamental que no próximo dia 8 de março - Dia Internacional da Mulher - "as margaridas tomem as ruas de todo o País, já que a trabalhadora rural será uma das principais prejudicadas com a reforma que está sendo proposta".

O presidente da Contag, Alberto Broch, reforçou que a proposta da reforma é extremamente prejudicial aos trabalhadores. "É o maior mal já causado aos agricultores e vamos ter de mudar o curso da proposta", comentou.

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