O que o Uber tem a ver com seus investimentos

A economia colaborativa atingirá todo o setor de serviços; estamos no meio dessa revolução onde clientes, pessoas fisicas em sua maioria, estão despertando para uma nova maneira de investir; estão percebendo as melhores taxas e produtos de investimentos estão nas corretoras – e não nos bancos

A economia colaborativa atingirá todo o setor de serviços; estamos no meio dessa revolução onde clientes, pessoas fisicas em sua maioria, estão despertando para uma nova maneira de investir; estão percebendo as melhores taxas e produtos de investimentos estão nas corretoras – e não nos bancos
A economia colaborativa atingirá todo o setor de serviços; estamos no meio dessa revolução onde clientes, pessoas fisicas em sua maioria, estão despertando para uma nova maneira de investir; estão percebendo as melhores taxas e produtos de investimentos estão nas corretoras – e não nos bancos (Foto: Leonardo Attuch)
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UBER e Investimentos: O que tem haver um com o outro? Calma, já explico...

Semana passada, em uma viagem a São Paulo, resolvi utilizar o serviço da UBER. Muitos amigos falavam da maravilha que era andar em um UBER, porém nunca havia ainda utilizado esse serviço. 

Porém, tenho que admitir: o mercado de transporte de pessoas está mudando e para muito melhor. Fui muito bem atendido: o Motorista foi super atencioso, demostrando que a concorrência veio para ficar e elevar a qualidade dos serviços prestados ao passageiros.

Assim, chamou-me atenção essa mudança, que vou chamar de Revolução UBER. Esse novo modo de fazer Economia. A Economia Colaborativa está apenas iniciando um novo processo no setor de serviços.

Diversas Startups estão criando plataformas que visam unir o usuário final ao seu respectivo prestador de serviço. O UBER não é nada mais que mais uma plataforma, que nesse caso une Serviço de Transporte de Executivos a massa de usuários de Taxi. Nada mal né?

Como reagir a essa revolução?

Alguns preferem o confronto, já outros buscam se adaptar. Imagine as antigas Datilografistas reclamando do uso dos computadores?  Será que adiantaria reclamar ou não foi melhor adaptar-se?

Com isso, o modo que as pessoas irão interagir com o mundo e com os outros está em uma grande transformação e o MERCADO FINANCEIRO não está fora desse processo.

Plataformas de Crédito direto e Crowdfunding se multiplicam pela rede gerando mais oportunidade de taxas para os investidores e uma nova maneira de financiar projetos sem a necessidade do uso do Banco.

Desbancarização: Guarde essa palavra

Esse ano completo 10 anos de experiência e posso garantir que as mudanças estão cada vez mais rápidas no mercado de investimentos.

A cerca de 10 anos atrás, Home Broker era a revolução do momento: Uma plataforma revolucionária que permitia o cliente comprar ações pela internet com corretagem fixa sem a necessidade de ligar para a corretora. Operar com corretagem mais barata era o maior diferencial das corretoras até o momento.

E agora? 10 anos depois? Como está esse mercado? O que vem de novo?

Pois bem, era aqui que eu queria chegar..

Estamos no meio dessa revolução onde clientes, pessoas fisicas em sua maioria, estão despertando para uma nova maneira de investir. Estão percebendo as melhores taxas e produtos de investimentos estão nas Corretoras. Não estou dizendo que não há produtos interessantes nos Bancos, mas os melhores, só poucos tem acesso.

Como será que os Bancos estão reagindo a esse movimento?

Veja essa história:

Semana passada, começei a migração de um cliente do Banco para a Corretora e o Gerente, incomodado com a movimentação, ligou para o  NOSSO cliente. O que ele busca dar a ele: um melhor produto, certo? Errado!!!! O Gerente questionou por que da migração e o NOSSO cliente respondeu que era em buscas mas melhores taxas de retorno. O Gerente simplesmente pediu: Você consegue só sacar daqui a 1 mês para não prejudicar meu Bônus do final ano??

Como assim? Ele pensou nele e não no cliente? É.. foi isso. Nosso cliente apenas agradeceu ao invês de retirar parte, retirou 100% respondendo ao seu Gerente que com essa postura seus interesses não eram mais comuns.

Percebam que sem argumentos, o Gerente pensou literalmente nele e ignorou seu cliente, abrindo mão de um principio do serviço que é: Cliente em primeiro lugar. 

Essa história é comum de ocorrer nos mais diversos tamanhos de patrimônio dos clientes. Do cliente pequeno de 50  mil reais ao Private de 5 milhões de patrimônio: o processo é o mesmo.

Aqui vem a primeira pergunta :Você já passou por isso? Como você reagiu? 

Assim, não se espante se a cada dia, mais e mais pessoas questionem você como seu dinheiro está investido e por onde você investe seu dinheiro.

Conversas nos bares e restaurantes sempre acabam em política ou economia e nessa hora alguém irá questionar: Ok, mas aonde eu coloco meu dinheiro? Será que você terá a melhor resposta?

Não seja  o último a despertar para esse movimento. Seja pioneiro! Busque um assessor de investimentos capaz de responder suas perguntas e faça hoje mesmo sua migração.

Ao chegar ao final do nosso post de hoje me responda:

Você alguma vez já se questionou sobre a rentabilidade dos seus investimentos?

Conhece alguém que precisa ler esse artigo?

Que atitudes serão tomadas diante dessa constatação?

Quero saber sua opinião para que eu possa continuamente aumentar meu conhecimento, pois com você, a cada dia, eu aprendo mais e posso tornar o meus posts melhores.

 Um abraço,

Jansen Costa, CFP

[email protected]

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