OAB cobra apuração de mortes em confronto com a polícia

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Alagoas vai entregar ofício à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP/AL) cobrando informações acerca das 19 mortes de suspeitos, só este ano, em supostos confrontos com policiais; a Ordem também quer saber se os devidos procedimentos legais de apuração estão sendo adotados para abertura de inquérito, realização da perícia e apuração dos casos

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Alagoas vai entregar ofício à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP/AL) cobrando informações acerca das 19 mortes de suspeitos, só este ano, em supostos confrontos com policiais; a Ordem também quer saber se os devidos procedimentos legais de apuração estão sendo adotados para abertura de inquérito, realização da perícia e apuração dos casos
A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Alagoas vai entregar ofício à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP/AL) cobrando informações acerca das 19 mortes de suspeitos, só este ano, em supostos confrontos com policiais; a Ordem também quer saber se os devidos procedimentos legais de apuração estão sendo adotados para abertura de inquérito, realização da perícia e apuração dos casos (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Alagoas entrega, nesta sexta-feira (17), ofício à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP/AL) cobrando informações acerca das 19 mortes de suspeitos, só este ano, em supostos confrontos com as forças policiais do Estado.

“Não estamos prejulgando as ações policiais, mas desejamos uma explicação para esse aumento estrondoso de mortes. Foram 19 do dia 1º de janeiro a 16 de fevereiro deste ano. Em 2016, no mesmo período, foram apenas duas”, comparou o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/AL, Ricardo Moraes, em entrevista ao jornal Gazeta de Alagoas, edição desta sexta-feira.

Ele vai protocolar o ofício requisitando informações e a apuração rigorosa dos casos.

“Queremos saber também se os devidos procedimentos legais de apuração estão sendo adotados. O que se busca, simplesmente, é a aplicação da lei nos casos de morte violenta, como, por exemplo, a abertura de inquérito, a realização da perícia e a devida apuração dos casos”, completou Moraes.

Na quinta-feira (16), quatro suspeitos morreram em confronto com policiais civis e militares durante operação integrada desencadeada em Joaquim Gomes, a 75 km de Maceió, para cumprir mandados judiciais em desfavor de acusados de diversos crimes na região, dentre os quais o de atear fogo em uma viatura da Força Nacional, estacionada à porta da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar (2ª CIA/IND), no dia 29 de janeiro.

Ao menos três pessoas foram presas durante a operação. Houve, ainda, a apreensão de armas e drogas, cuja quantidade não foi revelada. O balanço da operação será divulgado nesta sexta-feira, em entrevista coletiva na sede SSP/AL, em Maceió, a partir das 15 horas.

Com gazetaweb.co

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