Ocupações contra a PEC 241 chegam a instituições federais de Minas

Estudantes e servidores técnico-administrativos do estado ocuparam duas universidades e pelo menos dois institutos federais - o do Norte de Minas e o do Triângulo Mineiro - contra a PEC 241 que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos; em Diamantina, por exemplo, estudantes e funcionários fecharam o acesso ao câmpus JK da Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, e o câmpus Januária

Estudantes e servidores técnico-administrativos do estado ocuparam duas universidades e pelo menos dois institutos federais - o do Norte de Minas e o do Triângulo Mineiro - contra a PEC 241 que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos; em Diamantina, por exemplo, estudantes e funcionários fecharam o acesso ao câmpus JK da Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, e o câmpus Januária
Estudantes e servidores técnico-administrativos do estado ocuparam duas universidades e pelo menos dois institutos federais - o do Norte de Minas e o do Triângulo Mineiro - contra a PEC 241 que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos; em Diamantina, por exemplo, estudantes e funcionários fecharam o acesso ao câmpus JK da Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, e o câmpus Januária (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Estudantes e servidores técnico-administrativos do estado ocuparam duas universidades e pelo menos dois institutos federais - o do Norte de Minas e o do Triângulo Mineiro - contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 241) que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos. Segundo a proposta, neste período a despesa de um ano deve ser equivalente à do ano anterior corrigida pela inflação.

Em Diamantina, estudantes e funcionários fecharam o acesso ao câmpus JK da Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, e o câmpus Januária, nessa quarta-feira (19). A Reitoria divulgou nota de apoio ao movimento, dizendo que a aprovação da proposta atingirá a instituição a médio e longo prazos. A instituição chamou a atenção para a situação dos câmpus de Unaí e de Janaúba e dos cursos de medicina “pelas incertezas relativas quanto ao cumprimento de pactuações pelo MEC (Ministério da Educação), no que tange à oferta de vagas docentes e de servidores técnico-administrativos, à falta de recursos para investimentos”, segundo relato do Estado de Minas.

A reitoria também ressaltou que o impedimento do acesso às dependências da universidade pode afetar serviços urgentes, como processos licitatórios que precisam ser executados até 1º de novembro. Caso contrário,  a UFVJM terá que devolver R$ 9 milhões ao governo federal, tornando ainda mais complicada a situação da instituição.

Na Universidade Federal de Viçosa (UFV), na Zona da Mata, estudantes faze a ocupação desde terça-feira e tomaram o edifício Arthur Bernardes, principal centro administrativo da instituição. A UFV não soube informar quantos estão no prédio. O acesso dos funcionários está impedido. Em nota, a administração informou que acredita na possibilidade de encaminhar aos colegiados e instâncias competentes a pauta reivindicada.

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