Operação flagra irregularidades em postos de combustíveis

Uma operação envolvendo Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Ministério Público de Alagoas (MPE-AL) flagrou irregularidades em metade dos postos de combustíveis visitados; na averiguação de aspectos como segurança e qualidade do combustível comercializado, foram constatados problemas em 18 dos 36 estabelecimentos; infidelidade de bandeira, termodensímetros irregulares e pressão elevada em GNV foram alguns dos problemas detectados

Brasília - A Agência Nacional do Petróleo, durante fiscalização de um posto, divulga balanço da operação de combate a irregularidades no mercado de combustíveis do DF (Jose Cruz/Agência Brasil)
Brasília - A Agência Nacional do Petróleo, durante fiscalização de um posto, divulga balanço da operação de combate a irregularidades no mercado de combustíveis do DF (Jose Cruz/Agência Brasil) (Foto: Voney Malta)
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Por Patrícia Mendonça/gazetaweb.com - Uma operação iniciada na segunda-feira (20) e que teve sequência nesta quarta (22) - envolvendo Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Ministério Público Estadual (MPE) - flagrou irregularidades em metade dos postos de combustíveis visitados. Conforme os responsáveis pela inspeção que averiguou aspectos como segurança e qualidade do combustível comercializado, as irregularidades foram constatadas em 18 dos 36 estabelecimentos.

Durante a ação,os fiscais atentaram para a necessidade de os pontos de venda de derivados do petróleo seguirem as normas da ANP. Ao todo, foram emitidas 22 notificações. Caso os responsáveis não corrijam tais irregularidades, estes poderão receber sanções que vão desde a aplicação de multa - que varia entre R$ 5 mil e R$ 5 milhões, a depender do grau da infração - até a interdição do estabelecimento. 

Infidelidade de bandeira, termodensímetros (utilizados para medir a quantidade de água no combustível) irregulares e pressão elevada em GNV estiveram entre as principais irregularidades. Outros problemas também foram constatados, como a falta de instrumentos de análise do combustível, a não exibição da marca comercial do distribuidor, e a exibição do painel de preço em desacordo com as exigências. 

A promotora de justiça Francisca Paula, que acompanhou a operação, destaca o papel importante da população no sentido de denunciar quaisquer suspeitos de irregularidade. Ela pede para que o consumidor também seja um agente fiscalizador. "É um direito do consumidor ligar para a ANP, por meio do número 0800 970 0267, que deve estar explícito em todas as bombas de combustível, de modo que qualquer pessoa possa denunciar uma irregularidade", afirmou. 

O coordenador para o Nordeste de fiscalização da ANP, por sua vez, mostrou-se satisfeito com a ação. "O consumidor tem o direito de acesso a um produto de qualidade e no volume correspondente aquilo que ele pagou", disse Noel Santos. 

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