Operação prende grupo que desviava medicamentos

Nove pessoas foram presas em Fortaleza apontadas como integrantes de uma quadrilha que desviava medicamentos da Secretaria da Saúde para revender a farmácias; foram apreendidos 85 mil comprimidos, 860 frascos e ampolas de medicamentos variados e de esteroides e 19 canetas de insulina; investigação revelou que os medicamentos eram desviados por dois funcionários terceirizados do órgão, que também faziam a distribuição

Nove pessoas foram presas em Fortaleza apontadas como integrantes de uma quadrilha que desviava medicamentos da Secretaria da Saúde para revender a farmácias; foram apreendidos 85 mil comprimidos, 860 frascos e ampolas de medicamentos variados e de esteroides e 19 canetas de insulina; investigação revelou que os medicamentos eram desviados por dois funcionários terceirizados do órgão, que também faziam a distribuição
Nove pessoas foram presas em Fortaleza apontadas como integrantes de uma quadrilha que desviava medicamentos da Secretaria da Saúde para revender a farmácias; foram apreendidos 85 mil comprimidos, 860 frascos e ampolas de medicamentos variados e de esteroides e 19 canetas de insulina; investigação revelou que os medicamentos eram desviados por dois funcionários terceirizados do órgão, que também faziam a distribuição (Foto: Voney Malta)

Edwirges Nogueira/Agência Brasil - Nove pessoas foram presas em Fortaleza apontadas como integrantes de uma quadrilha que desviava medicamentos da Secretaria da Saúde do Ceará para revender a farmácias.

As prisões aconteceram durante a deflagração da Operação Tarja Preta, feita pela Polícia Civil do estado desde a última quinta-feira e finalizada hoje (11). Quase 85 mil comprimidos foram apreendidos, além de 860 frascos e ampolas de medicamentos variados e de esteroides e 19 canetas de insulina.

A investigação revelou que os medicamentos eram desviados da Secretaria da Saúde por dois funcionários terceirizados do órgão, que também eram os responsáveis por distribuir os itens a comerciantes da capital cearense. Além deles, estão entre os presos os donos e funcionários de uma farmácia e o dono de uma academia.

A quadrilha também atuava emitindo receitas e atestados médicos falsificados. Os presos foram indiciados por tráfico e associação por tráfico de drogas e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais.

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