Operação Taturana: TJ ouve réus e testemunhas

A audiência de instrução referente a processo que se originou a partir da Operação Taturana terá continuidade com o depoimento de seis réus e mais três testemunhas; deverão ser ouvidos como réus atuais e ex-deputados estaduais; oitivas serão conduzidas pelos magistrados que integram o Núcleo de Improbidade Administrativa do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL)

A audiência de instrução referente a processo que se originou a partir da Operação Taturana terá continuidade com o depoimento de seis réus e mais três testemunhas; deverão ser ouvidos como réus atuais e ex-deputados estaduais; oitivas serão conduzidas pelos magistrados que integram o Núcleo de Improbidade Administrativa do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL)
A audiência de instrução referente a processo que se originou a partir da Operação Taturana terá continuidade com o depoimento de seis réus e mais três testemunhas; deverão ser ouvidos como réus atuais e ex-deputados estaduais; oitivas serão conduzidas pelos magistrados que integram o Núcleo de Improbidade Administrativa do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) (Foto: Voney Malta)
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Alagoas 247 - A audiência de instrução referente a processo que se originou a partir da Operação Taturana terá continuidade na manhã desta quarta-feira (7), a partir das 9h, na sede do Poder Judiciário de Alagoas, com o depoimento de seis réus e mais três testemunhas.

As oitivas serão conduzidas pelos magistrados que integram o Núcleo de Improbidade Administrativa do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). A audiência será conduzida pelos juízes Helestron Costa e Joyce Araújo, integrantes do Núcleo.

Na ocasião, deverão ser ouvidos os réus Antônio Albuquerque, Cícero Ferro, Nelito Gomes de Barros, Edval Gaia, Maurício Tavares e Cícero Amélio, além de três testemunhas de defesa do deputado estadual Antônio Albuquerque. Os réus possuem o direito de não depor, como consta no artigo 5º da Constituição Federal.

De acordo com o juiz Helestron Costa, a audiência será aberta à imprensa. No entanto, os magistrados podem determinar que o público se ausente do auditório durante determinados momentos em que for necessário o sigilo processual.

Com gazetaweb.com e assessoria

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