Padre Júlio Lancelotti recebe ameaças e MP é acionado

São ameaças de agressão ou de morte que foram postadas no Facebook contra o padre Júlio Lancellotti. O padre é referência na defesa dos direitos da população de rua da cidade de São Paulo; ameaças vêm principalmente de moradores da região da Mooca, onde fica a igreja administrada por padre Júlio

São ameaças de agressão ou de morte que foram postadas no Facebook contra o padre Júlio Lancellotti. O padre é referência na defesa dos direitos da população de rua da cidade de São Paulo; ameaças vêm principalmente de moradores da região da Mooca, onde fica a igreja administrada por padre Júlio
São ameaças de agressão ou de morte que foram postadas no Facebook contra o padre Júlio Lancellotti. O padre é referência na defesa dos direitos da população de rua da cidade de São Paulo; ameaças vêm principalmente de moradores da região da Mooca, onde fica a igreja administrada por padre Júlio (Foto: Aquiles Lins)
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Da Rádio Agência Nacional - São ameaças de agressão ou de morte que foram postadas no Facebook contra o padre Júlio Lancellotti. O padre é referência na defesa dos direitos da população de rua da cidade de São Paulo.

Além das ameaças, também há mensagens acusando o pároco de desviar recursos que deveriam ser usados para o atendimento dos moradores de rua.

As ameaças vêm principalmente de moradores da região da Mooca, onde fica a igreja administrada por padre Júlio.

As pessoas reclamam do aumento da população de rua na região, especialmente da favela próximo ao viaduto Bresser, a Favela do Cimento, que ocupa um terreno que pertence à prefeitura de São Paulo, mas que está sendo disputada pelo mercado imobiliário. Eles atribuem o problema ao padre Júlio.

Mas, segundo o próprio padre Júlio, as ameaças não se restringem a ele, mas também aos próprios moradores de rua.

Nessa terça-feira (20), o padre Júlio chegou a divulgar na internet o relato de um morador de rua contando que foi ameaçado por policiais militares.

As ameaças foram denunciadas ao Ministério Público de São Paulo. A advogada Juliana Bertin foi uma das que assinou a representação.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo diz que a Polícia Militar não foi notificada oficialmente a respeito das denúncias e que não houve registros relacionados ao caso na Corregedoria da instituição, mas que os fatos vão ser apurados a partir da representação.

A reportagem também entrou em contato com a prefeitura de São Paulo, responsável pela Guarda Civil Metropolitana e pelas subprefeituras da Sé e da Mooca, mas não houve retorno.

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