Paim classifica reforma trabalhista como “desumana e cruel”

O senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que, se a proposta for mantida como está, ela irá agravar o conflito entre empregados e empregadores; segundo Paim, a sessão temática sobre a reforma, realizada no Plenário do Senado, deixou claro que é preciso fazer ajustes no texto; ele condenou o dispositivo que autoriza o trabalho intermitente, e sublinhou que os trabalhadores não estão em posição favorável para livre negociação num cenário de desemprego elevado

Plenário do Senado Federal durante sessão não deliberativa ordinária. Em discurso, senador Paulo Paim (PT-RS). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão não deliberativa ordinária. Em discurso, senador Paulo Paim (PT-RS). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado (Foto: Leonardo Lucena)
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Agência Senado - O senador Paulo Paim (PT-RS) classificou como "desumana e cruel" a reforma trabalhista, afirmando que, se a proposta for mantida como está, ela irá agravar o conflito entre empregados e empregadores. Segundo Paim, a sessão temática sobre a reforma, realizada no Plenário do Senado, deixou claro que é preciso fazer ajustes no texto. Ele condenou o dispositivo que autoriza o trabalho intermitente, e sublinhou que os trabalhadores não estão em posição favorável para livre negociação num cenário de desemprego elevado.

Paulo Paim ainda acusou o governo de comprar espaço nos meios de comunicação para disseminar ideias erradas sobre as reformas trabalhista e da Previdência. Ele disse que a Câmara dos Deputados terá uma oportunidade única de defender os interesses do povo e rejeitar a troca de favores com o Palácio do Planalto. Paim cobrou equilíbrio e calma no debate sobre esses temas, e criticou a pressa na aprovação de matéria de tanta gravidade.

- Nós não aceitaremos que queiram aprovar isso correndo. Ninguém tem o direito de querer derrubar quase um século de construção de direitos do povo brasileiro em dez dias - firmou o senador.

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