Pais e alunos protestam pelo fim da greve dos professores

Dezenas de pais de alunos fazem uma manifestação, em frente à Prefeitura de Palmas, em apoio aos trabalhadores da educação; os participantes do protesto cobram solução para a greve iniciada no dia 5; cerca de 40 mães e pais e também alguns alunos estiveram na DPE-TO, para resguardar os direitos das crianças e dos adolescentes enquanto os profissionais da educação estiverem em greve

Dezenas de pais de alunos fazem uma manifestação, em frente à Prefeitura de Palmas, em apoio aos trabalhadores da educação; os participantes do protesto cobram solução para a greve iniciada no dia 5; cerca de 40 mães e pais e também alguns alunos estiveram na DPE-TO, para resguardar os direitos das crianças e dos adolescentes enquanto os profissionais da educação estiverem em greve
Dezenas de pais de alunos fazem uma manifestação, em frente à Prefeitura de Palmas, em apoio aos trabalhadores da educação; os participantes do protesto cobram solução para a greve iniciada no dia 5; cerca de 40 mães e pais e também alguns alunos estiveram na DPE-TO, para resguardar os direitos das crianças e dos adolescentes enquanto os profissionais da educação estiverem em greve (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - Dezenas de pais de alunos fazem uma manifestação na manhã desta sexta-feira (22), em frente à Prefeitura de Palmas, em apoio aos trabalhadores da educação. Os participantes do protesto cobram solução para a greve iniciada no dia 5.

Cerca de 40 mães e pais e também alguns alunos estiveram na quinta-feira (21) na Defensoria Pública do Tocantins (DPE-TO), para resguardar os direitos das crianças e dos adolescentes enquanto os profissionais da educação estiverem em greve. De acordo com a DPE-TO, a principal preocupação deles é quanto às substituições dos professores por profissionais "não qualificados".

Os grevistas pedem o pagamento da data-base, progressões, retroativos, eleições para a diretoria das escolas, e cumprimento do Plano de Carreira dos professores. As reivindicações foram negociadas em acordo na greve de 2015, mas, de acordo com a categoria, não foram cumpridas. Os trabalhadores da educação anunciaram que vão continuar a paralisação e decidiram iniciar uma greve de fome, por tempo indeterminado. Sete servidores participam desse protesto.




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