Para Aécio, Agenda Brasil de Renan é 'ação midiática'

"Temo muito essas ações midiáticas que geram determinada expectativa e depois têm como consequência uma enorme frustração", disse o senador tucano, que comanda nesta sexta-feira, de Maceió, uma campanha de filiação partidária ao PSDB; ele também afirmou que "o Brasil assistiu com perplexidade" as declarações do presidente da CUT, Vagner Freitas, que falou ontem com movimentos sociais em "ir para as ruas entrincheirados de armas na mão"; "Quero dizer ao presidente da CUT que nós não vamos nos entrincheirar. Vamos levar para as ruas a Constituição, que é nossa única arma", afirmou

"Temo muito essas ações midiáticas que geram determinada expectativa e depois têm como consequência uma enorme frustração", disse o senador tucano, que comanda nesta sexta-feira, de Maceió, uma campanha de filiação partidária ao PSDB; ele também afirmou que "o Brasil assistiu com perplexidade" as declarações do presidente da CUT, Vagner Freitas, que falou ontem com movimentos sociais em "ir para as ruas entrincheirados de armas na mão"; "Quero dizer ao presidente da CUT que nós não vamos nos entrincheirar. Vamos levar para as ruas a Constituição, que é nossa única arma", afirmou
"Temo muito essas ações midiáticas que geram determinada expectativa e depois têm como consequência uma enorme frustração", disse o senador tucano, que comanda nesta sexta-feira, de Maceió, uma campanha de filiação partidária ao PSDB; ele também afirmou que "o Brasil assistiu com perplexidade" as declarações do presidente da CUT, Vagner Freitas, que falou ontem com movimentos sociais em "ir para as ruas entrincheirados de armas na mão"; "Quero dizer ao presidente da CUT que nós não vamos nos entrincheirar. Vamos levar para as ruas a Constituição, que é nossa única arma", afirmou (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), taxou a chamada Agenda Brasil, apresentada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), como medidas contra a crise, como sendo um conjunto de ações midiáticas que não teriam sido discutidas "nem na base do governo". Segundo ele, a presidente Dilma Rousseff está "sitiada" e "o Palácio do Planalto se transformou em um comitê de apoio".

"Temo muito essas ações midiáticas que geram determinada expectativa e depois têm como consequência uma enorme frustração. Seria mais adequado que o presidente do Senado discutisse antes com seu colega presidente da Câmara", disse o tucano durante o ato de lançamento da campanha nacional de filiação do partido em Maceió, Alagoas. O evento do partido acontece a dois dias das manifestações pelo impeachment.

Aécio comentou ainda que "o Brasil assistiu com perplexidade" às declarações do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, durante encontro da presidente Dilma Rousseff com os movimentos sociais, nesta quinta-feira. O líder sindical falou em "ir para as ruas entrincheirados de armas na mão". "Quero dizer ao presidente da CUT que nós não vamos nos entrincheirar. Vamos levar para as ruas a Constituição, que é nossa única arma", rebateu o tucano.

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