Para Aloysio, PSDB deve continuar com Temer, aprovado só por 5%

Aloysio Nunes, ministro das Relações Exteriores, defendeu a permanência do PSDB no governo de Michel Temer, aprovado apenas por 5% dos brasileiros; para o tucano, seu partido precisa "baixar a bola" e deixar de pensar que abandonar o barco vá salvá-lo nas próximas eleições

Senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) analisa pedidos de licença para contratação de operação de crédito externo em favor dos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná, no montante de 260 milhões de dólares
Senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) analisa pedidos de licença para contratação de operação de crédito externo em favor dos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná, no montante de 260 milhões de dólares (Foto: Giuliana Miranda)
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247 - Defensor da permanência do PSDB no governo de Michel Temer, o ministro Aloysio Nunes (Relações Exteriores) diz que seu partido precisa "baixar a bola" e deixar de pensar que abandonar o barco vá salvá-lo nas próximas eleições.

"Achar que se afastar deste governo e contribuir para a sua queda vai salvar o PSDB nas eleições é subestimar a inteligência do povo brasileiro. O fato de sair do governo não vai fazer com que o sujeito emirja da pia batismal vestido de branco, 'não tenho nada a ver com essa situação'. Temos, sim [bate a mão na mesa]. Nós criamos essa situação", disse.

O PSDB volta do recesso nesta terça-feira (1º) dividido sobre a decisão de romper com o governo Temer ou continuar na base de sustentação e manter os quatro ministérios que ocupa -Cidades, Relações Exteriores, Direitos Humanos e Secretaria de Governo.

Para o ministro, o PSDB precisa reduzir a temperatura de seus conflitos internos para decidir quem será o próximo presidente da sigla -cargo ocupado interinamente por Tasso Jereissati (CE) desde maio, quando Aécio Neves (MG) foi afastado ao ser gravado pelo empresário Joesley Batista, do grupo J&F, pedindo R$ 2 milhões.

As informações são de reportagem de Daniel Carvalho e Bruno Boghossian na Folha de S.Paulo.

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