Para Bruno Araújo, “Plebiscito é um factóide”

Vice-presidente nacional do PSDB, o deputado Bruno Araújo (PE) define como "factoide" a proposta do governo de convocar um plebiscito para a reforma política e defende a realização de um referendo; apesar de ter se mostrado contrário à forma como o atual governo, comandado pela presidente Dilma Rousseff, conduz as discussões, o tucano reconheceu a importância do tema para as eleições do próximo ano

Para Bruno Araújo, “Plebiscito é um factóide”
Para Bruno Araújo, “Plebiscito é um factóide”

PE247 – Factóide. É como o deputado federal e vice-presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo (PE), define a proposta do governo de convocar um plebiscito para a reforma política. O parlamentar defende a realização de um referendo, quando o eleitor dar a última palavra, ratificando ou não a proposta depois que a mesma é apresentada. Apesar de ter se mostrado contrário à forma como o atual governo, comandado pela presidente Dilma Rousseff (PT), está conduzindo as discussões, o tucano reconheceu a importância do tema para as eleições do próximo ano.

Segundo ele. "2014 será o ano em que a reforma política entrará pela primeira vez na pauta dos temas e dos assuntos de uma eleição nacional". Para o congressista, a onda de mobilizações das últimas semanas foi um "divisor de águas" para o país. "Aquele agente público que não tiver clareza desse momento será expelido pelo voto", disse.

Durante a entrevista concedida à Rádio JC/CBN, nesta segunda-feira (15), Bruno Araújo afirmou que o presidente eleito em 2014 é quem terá a legitimidade para conduzir o processo de discussão e concretização da reforma política. "Outras forças novas começam a se preparar para servir como alternativa de poder", declarou.

O parlamentar aproveitou para criticar a política econômica do governo federal, especialmente no que diz respeito ao processo inflacionário, que, segundo o tucano, teve um descontrole pela má gestão da presidente Dilma. "O governo da presidente Dilma Rousseff permitiu que o dragão da inflação retornasse", disse. De acordo com ele, "a inflação explosiva tem consumido o poder aquisitivo da classe média".

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