Para Campos, "tem muito político 'cabra safado'"

O governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, rasgou o verbo ao referir-se ao atual momento nacional no qual as manifestações pedindo melhorias no sistema político e na prestação de serviços à população ganham as ruas; para ele, “tem muito político cabra safado” que se valeu da inocência da população para se beneficiar, deixando de lado os pleitos da sociedade

Para Campos, "tem muito político 'cabra safado'"
Para Campos, "tem muito político 'cabra safado'" (Foto: Flavio Alves/Futura Press/Folhap)

PE247 - O governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, rasgou o verbo ao referir-se ao atual momento nacional no qual as manifestações pedindo melhorias no sistema político e na prestação de serviços à população ganham as ruas. Para ele, “tem muito político cabra safado”  que se valeu da inocência da população para se beneficiar, deixando de lado os pleitos da sociedade. As declarações foram dadas em entrevista à rádios do interior pernambucano, quando o gestor também disse que só tratará da sua possível candidatura à Presidência da República “na hora certa”.

Segundo Campos, as manifestações registradas pelo país são boas para “dar um freio de arrumação” e fazer com que a população separe o joio do trigo. “Tem muito ‘cabra’ que está morrendo de medo porque sabe que tem um encontro marcado com o destino”, afirmou. Sobre este ponto, momentos antes, Campos havia declarado que “os que querem usurpar este movimento não vão conseguir. Nós queremos um Brasil novo, não queremos vigaristas se aproveitando do voto do povo e nem pessoas protegendo bandidagem. O povo não quer isso. Tem muito político cabra safado que se aproveitou da boa vontade do povo”, disparou.

Sobre as eleições 2014, o governador disse que pretende chegar no último dia do seu mandato, 31 de dezembro de 2014, de forma tranquila no que diz respeito à sua postura política. “Não quero tomar uma decisão certa no tempo errado certo e nem uma decisão errada no tempo certo”, declarou mantendo o discurso de que 2014 somente será discutido efetivamente por ele no ano eleitoral.

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