Para disputar com Bolsonaro, tucanos fazem agenda evangélica para Alckmin

Articuladores atuam para que, logo no início do ano, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, receba cerca de 80 líderes de igrejas pentecostais e neopentecostais em um jantar na ala residencial do Palácio dos Bandeirantes; um dos principais objetivos é minar a influência de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) nesse nicho do eleitorado

São Paulo - O governador de SP, Geraldo Alckmin anuncia a convocação de mais de 20 mil professores para o próximo ano letivo, no Palácio dos Bandeirantes (Rovena Rosa/Agência Brasil)
São Paulo - O governador de SP, Geraldo Alckmin anuncia a convocação de mais de 20 mil professores para o próximo ano letivo, no Palácio dos Bandeirantes (Rovena Rosa/Agência Brasil) (Foto: Charles Nisz)

Revista Fórum - De acordo com o Painel, da Folha, os tucanos de São Paulo preparam uma extensa agenda com evangélicos para o governador Geraldo Alckmin. Os articuladores atuam para que, logo no início do ano, o presidenciável do PSDB receba cerca de 80 líderes de igrejas pentecostais e neopentecostais em um jantar na ala residencial do Palácio dos Bandeirantes.

Um dos principais objetivos dos aliados do paulista é minar a influência de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) – já identificada pela sigla – nesse nicho do eleitorado.

Alckmin tem mantido encontros frequentes com evangélicos. O pastor Eri Alencar, da Assembleia de Deus Paulistana, e o apóstolo César Augusto, da Fonte da Vida, estiveram com o governador. A ideia é que o tucano também vá a um culto de Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus.

Os evangélicos tucanos defendem que, nas agendas de campanha pelo país, Alckmin inclua as igrejas em seus roteiros.

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