Para evitar Doria candidato ao Planalto, Alckmin quer lançá-lo para o Estado

O crescimento da simpatia ao nome de João Doria, prefeito de São Paulo, como candidato do PSDB às eleições presidenciais de 2018 já causa preocupação no governador do Estado, Geraldo Alckmin, de olho na indicação tucana para a disputa; para tentar travar o avanço de Doria na disputa à Presidência, ele tem reforçado o apelo ao pupilo para disputar sua sucessão no governo paulista

O crescimento da simpatia ao nome de João Doria, prefeito de São Paulo, como candidato do PSDB às eleições presidenciais de 2018 já causa preocupação no governador do Estado, Geraldo Alckmin, de olho na indicação tucana para a disputa; para tentar travar o avanço de Doria na disputa à Presidência, ele tem reforçado o apelo ao pupilo para disputar sua sucessão no governo paulista
O crescimento da simpatia ao nome de João Doria, prefeito de São Paulo, como candidato do PSDB às eleições presidenciais de 2018 já causa preocupação no governador do Estado, Geraldo Alckmin, de olho na indicação tucana para a disputa; para tentar travar o avanço de Doria na disputa à Presidência, ele tem reforçado o apelo ao pupilo para disputar sua sucessão no governo paulista (Foto: Giuliana Miranda)

SP 247 - De olho na candidatura tucana à Presidência da República em 2018, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, manobra para tirar João Doria, prefeito da capital paulista, da jogada. Alckmin vem defendendo que o pupilo se lance à sua sucessão no comando do Estado. O nome de Doria como candidato do PSDB à Presidência vem ganhando força no partido.

As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo

"Cabo eleitoral Presidente do PSDB-SP, Pedro Tobias diz que Doria tem três qualidades para a eleição: não é citado na Lava Jato, escapa ao estereótipo de político e tem popularidade. Para ele, Doria “está qualificado para ser candidato a qualquer coisa”.

Você entende O PSB tenta viabilizar Márcio França, o vice de Alckmin, para a sucessão. Com papel central na formação da coligação de Doria em 2016, seria preciso um motivo arrebatador para não retribuir, avaliam tucanos."

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