Para João Paulo, Lula é alvo de “perseguição implacável”

Ex-prefeito e candidato à Prefeitura do Recife pelo PT, João Paulo definiu como "perseguição implacável" o indiciamento do ex-presidente Lula pelo Ministério Público; segundo ele, "o estardalhaço em torno desse anúncio" aponta a necessidade de vigilância em relação á democracia, já que "acusações sem provas são típicas de regimes autoritários"; ele defendeu, ainda, que o povo se manifeste em defesa da democracia e de Lula; "Vamos nos unir para defender a democracia e nosso principal líder político", afirmou

Ex-prefeito e candidato à Prefeitura do Recife pelo PT, João Paulo definiu como "perseguição implacável" o indiciamento do ex-presidente Lula pelo Ministério Público; segundo ele, "o estardalhaço em torno desse anúncio" aponta a necessidade de vigilância em relação á democracia, já que "acusações sem provas são típicas de regimes autoritários"; ele defendeu, ainda, que o povo se manifeste em defesa da democracia e de Lula; "Vamos nos unir para defender a democracia e nosso principal líder político", afirmou
Ex-prefeito e candidato à Prefeitura do Recife pelo PT, João Paulo definiu como "perseguição implacável" o indiciamento do ex-presidente Lula pelo Ministério Público; segundo ele, "o estardalhaço em torno desse anúncio" aponta a necessidade de vigilância em relação á democracia, já que "acusações sem provas são típicas de regimes autoritários"; ele defendeu, ainda, que o povo se manifeste em defesa da democracia e de Lula; "Vamos nos unir para defender a democracia e nosso principal líder político", afirmou (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - O ex-prefeito e atual candidato à Prefeitura do Recife pelo PT, João Paulo, definiu como "perseguição implacável" o indiciamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Ministério Público Federal.

Para ele, "o estardalhaço em torno desse anúncio" aponta a necessidade de vigilância em relação á democracia, já que "acusações sem provas são típicas de regimes autoritários".

"Estamos vivendo dias sombrios no Brasil. Como um procurador convoca a imprensa para fazer uma acusação e, em seguida, dizer que não tem como provar a tal acusação? O procurador baseia-se apenas em suas convicções, conforme reconheceu", disse João Paulo.

"Vamos nos unir para defender a democracia e nosso principal líder político", completou.

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