Para líder tucano, "fim da CPMI foi vergonhoso"

Líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, considerou "vergonhoso" o encerramento dos trabalhos da CPMI da Petrobras, com a aprovação do "relatório chapa-branca" elaborado pelo deputado Marco Maia; "Os aliados da presidente Dilma não queriam nem que a reunião de hoje, quinta-feira, 18, acontecesse. O objetivo deles era enterrar a CPI sem um relatório para não causar nenhum constrangimento ao Palácio do Planalto", reclama o tucano

Líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, considerou "vergonhoso" o encerramento dos trabalhos da CPMI da Petrobras, com a aprovação do "relatório chapa-branca" elaborado pelo deputado Marco Maia; "Os aliados da presidente Dilma não queriam nem que a reunião de hoje, quinta-feira, 18, acontecesse. O objetivo deles era enterrar a CPI sem um relatório para não causar nenhum constrangimento ao Palácio do Planalto", reclama o tucano
Líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, considerou "vergonhoso" o encerramento dos trabalhos da CPMI da Petrobras, com a aprovação do "relatório chapa-branca" elaborado pelo deputado Marco Maia; "Os aliados da presidente Dilma não queriam nem que a reunião de hoje, quinta-feira, 18, acontecesse. O objetivo deles era enterrar a CPI sem um relatório para não causar nenhum constrangimento ao Palácio do Planalto", reclama o tucano (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - O líder do PSDB na Câmara, deputado Antonio Imbassahy, considerou "vergonhoso" o encerramento dos trabalhos da CPMI da Petrobras, com a aprovação do "relatório chapa-branca" elaborado pelo deputado Marco Maia, do PT. Foram 19 votos contra cinco.

"Os aliados da presidente Dilma não queriam nem que a reunião de hoje, quinta-feira, 18, acontecesse. O objetivo deles era enterrar a CPI sem um relatório para não causar nenhum constrangimento ao Palácio do Planalto", disse Imbassahy.

Segundo ele, muitos senadores e deputados chegaram a se esconder em seus gabinetes, a 50 metros da CPI mista, mas por pressão da oposição e da imprensa "tiveram de dar as caras".

"Uma investigação sobre o maior escândalo de corrupção da história não pode terminar assim. É por isso que vamos enviar o relatório paralelo, que apresentamos ontem (17) ao Ministério Público Federal e no retorno das atividades do Congresso, em fevereiro, já vamos reunir as assinaturas para uma nova CPMI", disse o líder tucano.

Imbassahy conclui que a comissão mista foi encerrada de acordo com as expectativas do governo, "sempre indisposto a esclarecer os sucessivos episódios de desvio de recursos públicos". "Ao longo de todo o tempo, o Palácio do Planalto e a sua base fizeram de tudo para que não avançássemos nas investigações mas elas continuarão em 2015" avisou o tucano.

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