Para ministro, é necessário consórcio de municípios para financiar o HUT

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, defendeu a criação de um consórcio intermunicipal para tentar resolver o problema do financiamento da saúde do Hospital de Urgência de Teresina (HUT); o hospital recebe pacientes de municípios do Piauí, Maranhão e do Pará; de acordo com o titular da pasta, é preciso que todos os que utilizem a unidade participem de seu custeio, “para não sacrificar tanto a prefeitura de Teresina que coloca muitos recursos proporcionalmente ao seu Orçamento para esta bela unidade de saúde”

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, defendeu a criação de um consórcio intermunicipal para tentar resolver o problema do financiamento da saúde do Hospital de Urgência de Teresina (HUT); o hospital recebe pacientes de municípios do Piauí, Maranhão e do Pará; de acordo com o titular da pasta, é preciso que todos os que utilizem a unidade participem de seu custeio, “para não sacrificar tanto a prefeitura de Teresina que coloca muitos recursos proporcionalmente ao seu Orçamento para esta bela unidade de saúde”
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, defendeu a criação de um consórcio intermunicipal para tentar resolver o problema do financiamento da saúde do Hospital de Urgência de Teresina (HUT); o hospital recebe pacientes de municípios do Piauí, Maranhão e do Pará; de acordo com o titular da pasta, é preciso que todos os que utilizem a unidade participem de seu custeio, “para não sacrificar tanto a prefeitura de Teresina que coloca muitos recursos proporcionalmente ao seu Orçamento para esta bela unidade de saúde” (Foto: Leonardo Lucena)
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Piauí 247 - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, defendeu a criação de um consórcio intermunicipal para tentar resolver o problema do financiamento da saúde do Hospital de Urgência de Teresina (HUT). O hospital recebe pacientes de municípios do Piauí, Maranhão e do Pará. É preciso que todos os que utilizem a unidade participem de seu custeio, de acordo com o titular da pasta.

“Temos também a melhoria do financiamento das estruturas que já temos como o HUT, em que precisamos refazer o modelo de financiamento com consórcios intermunicipais em que todos que usam o sistema devem participar do seu custeio”, disse o ministro da saúde, que visitou a unidade nesta segunda-feira (20).

Barros disse que a medida é necessária “para não sacrificar tanto a prefeitura de Teresina que coloca muitos recursos proporcionalmente ao seu Orçamento para esta bela unidade de saúde”.

O ministro descartou qualquer mudança na gestão do hospital. “O Ministério da Saúde não faz gestão de unidade de saúde. Ele repassa recursos e os Estados, Municípios e unidades filantrópicas executam as ações de saúde. Nós faremos o apoio ao financiamento do HUT em que já temos atuado no credenciamento de serviços que aqui estão funcionando”, acrescentou.
 
Ao comentar sobre a possibilidade de mais dinheiro para o hospital, o ministro citou apenas os recursos que já empenhados para o Piauí, a maioria de emendas parlamentares federais. “Estamos aqui empenhados em dezembro R$ 95 milhões em saúde para o Piauí. Desses recursos R$ 87 milhões são de emendas parlamentares”, afirmou.

Além de R$ 130 milhões de uma emenda de bancada, Barros citou R$ 7 milhões como investimento do Ministério da Saúde no Estado. “A bancada federal já disponibilizou e já estão empenhados estes recursos e 7 milhões são credenciamentos de novos serviços de saúde que terão permanente por parte do ministério”, complementou.

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