Para o presidente do PT, o caminho é “ir às ruas”

Sobre a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma, aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na noite desta quarta-feira (2), o presidente estadual do PT, Francisco de Assis Diniz, defende que o caminho é “ir às ruas e não permitir que a bandidagem patrocinada por um bandido se faça valer pela chantagem e pelo achaque”

Sobre a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma, aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na noite desta quarta-feira (2), o presidente estadual do PT, Francisco de Assis Diniz, defende que o caminho é “ir às ruas e não permitir que a bandidagem patrocinada por um bandido se faça valer pela chantagem e pelo achaque”
Sobre a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma, aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na noite desta quarta-feira (2), o presidente estadual do PT, Francisco de Assis Diniz, defende que o caminho é “ir às ruas e não permitir que a bandidagem patrocinada por um bandido se faça valer pela chantagem e pelo achaque” (Foto: Rodrigo Rocha)
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Ceará247 - “O caminho que temos que tomar agora é o que foi dito e nunca foi feito. Ir às ruas e não permitir que a bandidagem patrocinada por um bandido se faça valer pela chantagem e pelo achaque”, disse o presidente do PT estadual, Fco. De  Assis Diniz, sobre a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), aceito na noite desta quarta-feira (2) pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

De Assis disse ainda que impopularidade de presidente não é motivo para impeachment e que não existem fatos concretos para a legitimação do processo. “Não tem um único fato jurídico que venha de encontro à presidente, seu governo e seu mandato. Ruptura institucional não é o caminho para se construir a ampliação do diálogo e da democracia. Isso é golpe!”, declarou.

Questionado se a ação de Eduardo Cunha foi em retaliação ao fato de o PT ter votado a favor da continuidade da ação que pede sua cassação, no Conselho de Ética, De Assis foi enfático: “não tenho dúvidas”, afirmou, acrescentando que o PT agora deve mobilizar a base para fazer o enfrentamento em todas as esferas, política, jurídica e social. 

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