Para salvar Temer, Alckmin estuda exonerar secretários para votar contra denúncia

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) estuda a possibilidade de exonerar os secretários da Casa Civil, Samuel Moreira, e de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, que possuem mandatos de deputado federal para que possam votar pela rejeição da segunda denúncia contra Michel Temer, que será votada pela Câmara nesta quarta-feira (25); gesto seria um aceno de Alckmin visando conseguir o apoio do PMDB para as eleições presidenciais de 2018

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) estuda a possibilidade de exonerar os secretários da Casa Civil, Samuel Moreira, e de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, que possuem mandatos de deputado federal para que possam votar pela rejeição da segunda denúncia contra Michel Temer, que será votada pela Câmara nesta quarta-feira (25); gesto seria um aceno de Alckmin visando conseguir o apoio do PMDB para as eleições presidenciais de 2018
Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) estuda a possibilidade de exonerar os secretários da Casa Civil, Samuel Moreira, e de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, que possuem mandatos de deputado federal para que possam votar pela rejeição da segunda denúncia contra Michel Temer, que será votada pela Câmara nesta quarta-feira (25); gesto seria um aceno de Alckmin visando conseguir o apoio do PMDB para as eleições presidenciais de 2018 (Foto: Paulo Emílio)

247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) estuda a possibilidade de exonerar dois secretários estaduais que possuem mandatos de deputado federal para que possam votar pela rejeição da segunda denúncia contra Michel Temer, que será votada pela Câmara nesta quarta-feira (25). O gesto seria um aceno de Alckmin visando conseguir o apoio do PMDB para as eleições presidenciais de 2018.

A exoneração temporária deverá alcançar os secretários da Casa Civil, Samuel Moreira, e de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro. A saída deles dos cargos tem como objetivo assegurar que os votos dos suplentes Roberto Freire (PPS-SP) e Izaque Silva (PSDB-SP), que votaram a favor da aceitação da primeira denúncia, não sejam repetidos. Segundo o jornal O estado de São Paulo, os líderes governistas já contam com estes dois votos em levantamentos prévios da votação feitos pela base aliada.

Com o retorno dos secretários à Câmara, a bancada paulista do PSDB garantiria 3 dos nove votos que possui na Casa Legislativa. Na votação da primeira denúncia, a bancada teve 11 votos contra Temer e apenas um favorável ao peemedebista. Por meio de nota, o governo paulista limitou-se a dizer que o assunto não está em discussão.

 

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