Para Wagner, Aécio "dificilmente se recupera"

Governador da Bahia, que é um dos coordenadores da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff, avalia que o candidato do PSDB, Aécio Neves, "foi completamente deslocado da disputa" após a entrada de Marina Silva no páreo; petista comentou pesquisa Datafolha que apontou Marina empatada com Dilma, com 34%, e Aécio com 15%; "Será muito difícil ele (Aécio) retornar, porque não se trata dele ter 15%, se trata de que ele está em processo descendente em relação à opinião pública. Dificilmente ele se recupera"

Governador da Bahia, que é um dos coordenadores da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff, avalia que o candidato do PSDB, Aécio Neves, "foi completamente deslocado da disputa" após a entrada de Marina Silva no páreo; petista comentou pesquisa Datafolha que apontou Marina empatada com Dilma, com 34%, e Aécio com 15%; "Será muito difícil ele (Aécio) retornar, porque não se trata dele ter 15%, se trata de que ele está em processo descendente em relação à opinião pública. Dificilmente ele se recupera"
Governador da Bahia, que é um dos coordenadores da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff, avalia que o candidato do PSDB, Aécio Neves, "foi completamente deslocado da disputa" após a entrada de Marina Silva no páreo; petista comentou pesquisa Datafolha que apontou Marina empatada com Dilma, com 34%, e Aécio com 15%; "Será muito difícil ele (Aécio) retornar, porque não se trata dele ter 15%, se trata de que ele está em processo descendente em relação à opinião pública. Dificilmente ele se recupera" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Linha de frente na campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff, o governador Jaques Wagner (PT) avalia que o candidato do PSDB, Aécio Neves, "foi completamente deslocado da disputa" após a entrada de Marina Silva (PSB) no páreo. O petista comentou neste sábado (30) sobre pesquisa Datafolha divulgada ontem, a qual apontou Marina empatada com Dilma, com 34%, e Aécio com 15%.

"Será muito difícil ele (Aécio) retornar, porque não se trata dele ter 15%, se trata de que ele está em processo descendente em relação à opinião pública. Dificilmente ele se recupera".

O governador da Bahia, contudo, parece não temer o 'tsunami' Marina e acha "fantástico" a possibilidade de haver segundo turno entre duas mulheres. "Acho que está consolidado que nós vamos ter o segundo turno entre duas mulheres, o que eu acho fantástico, acho fascinante para a democracia brasileira", disse ele em entrevista ao Blog do Anderson.

Apesar de reconhecer e não duvidar do potencial de Marina Silva, Jaques Wagner pondera que ainda não se pode dizer que a candidata socialista manterá seu desempenho e afirma que ainda há "muita comoção" com a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que era o candidato do PSB.

"Acho que é melhor esperar mais uma semana, até cinco ou seis de setembro, para saber se esse evento [a morte de Campos], que tem uma força muito grande, vai ficar ou se é algo passageiro".

Wagner é um dos coordenadores da campanha de Dilma e acredita acredita que não é necessário modificar os rumos da caminhada. "Na minha opinião não tem que mudar nada, porque a nossa caminhada é uma e a caminhada de Marina é outra".

Ele também negou que a estratégia, a partir de agora, seja atacar a ex-ministra. "Vamos começar a criticar ela? Não. Vamos seguir o nosso roteiro", afirmou em entrevista ao jornal A Tarde.

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