Parente contrata na China (pagando mais) obra que poderia concluir no Brasil

A Petrobras retirou a plataforma P-67 do Estaleiro Rio Grande, da Ecovix, em agosto de 2015, quando ela estava  mais do que 90% pronta. Em vez de gastar US$ 30 milhões para concluí-la no Brasil, decidiu enviar a embarcação para a China, no Estaleiro da COEC, que até agora não concluiu o trabalho, resultando em custos bem mais altos do que a Petrobras teria no Brasil

27/07/2016- Brasília - Presidente da Petrobras, Pedro Parente, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto após encontro com o presidente interino Michel Temer (José Cruz/Agência Brasil)
27/07/2016- Brasília - Presidente da Petrobras, Pedro Parente, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto após encontro com o presidente interino Michel Temer (José Cruz/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Attuch)

RS 247 – A Petrobras retirou a plataforma P-67 do Estaleiro Rio Grande, da Ecovix, em agosto de 2015, quando ela estava  mais do que 90% pronta. Em vez de gastar US$ 30 milhões para concluí-la no Brasil, decidiu enviar a embarcação para a China, no Estaleiro da COEC, que até agora não concluiu o trabalho, resultando em custos bem mais altos do que a Petrobras teria no Brasil.

Quase três anos depois, o equipamento ainda não entrou em operação. Nesse mar de absurdos, não é de se estranhar que a gestão da Petrobras decidiu pagar quase R$ 10 bilhões de multa nos EUA. Privilegia a competência chinesa e detona o estaleiro que ela ajudou a criar.

Uma das primeiras consequências do golpe de 2016, no Brasil, foi o fim da política de conteúdo nacional, que veio acompanhada da entrega do pré-sal.


 

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