Paulo credita dívidas a Iris e inicia o expurgo do PMDB

Ao prestar contas na Câmara, prefeito petista afirma que recebeu do padrinho peemedebista uma prefeitura altamente endividada; citou passivo de R$ 115 milhões do Imas, seguro de saúde dos servidores municipais, e o caixa da Sapude zerado e com R$ 200 milhões a saldar; ato contínuo, Paulo começou a convocar peemedebistas que insistem em permanecer na administração para exigir apoio incondicional; os que se mantiverem, terão de rezar na cartilha do PT; primeiro a ser chamado foi Sebastião Peixoto, da Agetul, pai do presidente do PMDB de Goiânia, o deputado estadual Bruno Peixoto

Ao prestar contas na Câmara, prefeito petista afirma que recebeu do padrinho peemedebista uma prefeitura altamente endividada; citou passivo de R$ 115 milhões do Imas, seguro de saúde dos servidores municipais, e o caixa da Sapude zerado e com R$ 200 milhões a saldar; ato contínuo, Paulo começou a convocar peemedebistas que insistem em permanecer na administração para exigir apoio incondicional; os que se mantiverem, terão de rezar na cartilha do PT; primeiro a ser chamado foi Sebastião Peixoto, da Agetul, pai do presidente do PMDB de Goiânia, o deputado estadual Bruno Peixoto
Ao prestar contas na Câmara, prefeito petista afirma que recebeu do padrinho peemedebista uma prefeitura altamente endividada; citou passivo de R$ 115 milhões do Imas, seguro de saúde dos servidores municipais, e o caixa da Sapude zerado e com R$ 200 milhões a saldar; ato contínuo, Paulo começou a convocar peemedebistas que insistem em permanecer na administração para exigir apoio incondicional; os que se mantiverem, terão de rezar na cartilha do PT; primeiro a ser chamado foi Sebastião Peixoto, da Agetul, pai do presidente do PMDB de Goiânia, o deputado estadual Bruno Peixoto (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - O prefeito Paulo Garcia (PT) compareceu nesta sexta-feira (18) à Câmara Municipal de Goiânia para prestar contas à Comissão Mista do último quadrimestre de 2015, acompanhado de seus auxiliares, muitos dos quais secretários municipais. A reunião, realizada a cada quadrimestre cumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal, foi realizada no plenário e contou com a presença de servidores e populares na galeria. A tônica das explicações do prefeito a vários questionamentos dos parlamentares foi de que tanto projetos, como convênios e dívidas atuais foram herdados de administrações anteriores.

Paulo foi particularmente duro com o ex-padrinho: “Sabe o que é se sentir traído por alguém que tem profunda admiração? Esse é meu sentimento atual”. Disse ainda que por muito tempo ficou calado porque não vive de passado.

Ainda na seção, o petista afirmou que recebeu a Saúde “sem um único centavo em caixa, e com R$ 200 milhões em dívidas”.

Ato contínuo à contundente crítica ao cacique peemedebista, Paulo Garcia quer um posicionamento definitivo dos peemedebistas que insistem em permanecer na administração. Os que se mantiverem, terão de rezar na cartilha do PT. O primeiro a ser chamado foi o presidente da Agência Municipal de Turismo, Eventos e Lazer (Agetul), Sebastião Peixoto, pai do presidente do PMDB de Goiânia, o deputado estadual Bruno Peixoto. 

Questionado pelo vereador Elias Vaz (PSB) questionou o prefeito sobre a questão do contrato de iluminação pública e a dívida que o município tem com a Celg. O prefeito adiantou que está sendo feito processo licitatório para a iluminação pública, mas que a dívida vem de gestões antigas.

O vereador Anselmo Pereira (PSDB), que preside a Casa, pediu explicações sobre a implantação dos parquímetros nas ruas do Centro e de Campinas. Também quis saber sobre a política de Habitação Urbana, já que o Município não dispõe de banco de lotes para atender aos programas habitacionais como o “Minha Casa, Minha Vida” e a questão da legalização fundiária. Garcia respondeu que é defensor da implantação dos parquímetros, mas frisou que não abre mão de escolher a tecnologia mais adequada a ser utilizada. Ele pediu ainda ajuda do poder Legislativo para solucionar a questão do banco de lotes para moradias populares e para promover a legalização fundiária.

Geovani pediu ao presidente da Comissão Mista, Thiago Albernaz, que o Legislativo solicite relatórios da prefeitura de como se deu este registro contábil. “É preciso saber se não houve pedalada fiscal na época; o Legislativo não tinha conhecimento desses fatos”, emendou. De acordo com os números divulgados, “na comparação entre os últimos quadrimestres de 2014 e 2015 quase R$ 135 milhões deixara de entrar nos cofres da prefeitura”. Apesar da queda na arrecadação, houve um crescimento de 6,34% na receita corrente líquida e a Prefeitura fechou o ano com R$ 3,3 bilhões. Na receita total, no entanto, a queda real, descontada a inflação, foi de 1,71%. A arrecadação tributária teve elevação de 1,02% já que passou de R$ 1,1 bilhão em 2014 para R4 1,2 bilhão em 2015, o que reflete segundo o secretário de Finanças, Jeovalter Correa, “as medidas enérgicas de cobrança que adotamos em relação às pessoas que devem à prefeitura”. O IPTU cresceu 9,32% e o Imposto de Renda Retido na Fonte, 81,12%, exemplifica o secretário. 

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