Paulo vai pedir todos os cargos do 1º escalão

Prefeito está determinado a fazer reforma administrativa e quer demonstrar aos auxiliares que todos podem ser trocados; pelo menos cinco pastas importantes vão ter o comando mudado; crise na prefeitura se agrava com falta de recursos e derrotas na Câmara e prefeito tenta começar 2014 com menos turbulências

Prefeito está determinado a fazer reforma administrativa e quer demonstrar aos auxiliares que todos podem ser trocados; pelo menos cinco pastas importantes vão ter o comando mudado; crise na prefeitura se agrava com falta de recursos e derrotas na Câmara e prefeito tenta começar 2014 com menos turbulências
Prefeito está determinado a fazer reforma administrativa e quer demonstrar aos auxiliares que todos podem ser trocados; pelo menos cinco pastas importantes vão ter o comando mudado; crise na prefeitura se agrava com falta de recursos e derrotas na Câmara e prefeito tenta começar 2014 com menos turbulências (Foto: José Barbacena)

Goiás247 - Acuado e convicto de que precisa dar uma sacudida na equipe para que 2014 seja diferente de 2013, Paulo Garcia (PT) vai pedir todos os cargos de primeiro escalão da Prefeitura de Goiânia. A informação é da coluna Linha Direta, de Eduardo Sartorato, no semanário Tribuna do Planalto. 

Paulo Garcia quer dar um choque de gestão, mas não vai trocar todos os secretários e a reforma administrativa pode ser feita pouco a pouco. O certo é que as mudanças começam a ser colocadas em prática agora em janeiro. O petista não quis prorrogar a crise que se alastra no Paço Municipal desde o começo de 2013 e pelo menos cinco secretários serão trocados.

O ano terminou de forma trágica para Paulo Garcia. Ele tentou empurrar projetos polêmicos e sofreu derrota histórica na Câmara Municipal, como no caso do IPTU. Nem mesmo vereadores da própria base quiseram apoiar o prefeito. E para fechar 2013, Paulo quis emplacar o projeto de lei de venda das áreas públicas.

Quando percebeu que não tinha os votos necessários para aprovação, a líder do prefeito na Câmara, Célia Valadão, pediu vistas do projeto, e recuou. 

A crise assusta até mesmo Iris Rezende. O ex-governador pressionou nos bastidores para que Paulo acelerasse a reforma. A preocupação de Iris é com a eleição para o governo. Se ele for candidato ao Palácio das Esmeraldas será cobrado pelos adversários e população porque indicou Paulo Garcia. E Iris não quer chegar na campanha com a prefeitura em frangalhos.

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