PE arrecadou R$ 1,52 bilhão a menos em 2015

Nos 11 primeiros meses da administração de Paulo Câmara (PSB), o Estado de Pernambuco sofreu uma queda de R$ 1,529 bilhão na receita, comparado com janeiro a novembro de 2014; o governo arrecadou R$ 25,677 bilhões no ano passado, contra R$ 24,148 bilhões este ano; arrecadação estadual em 2016 deverá ser impulsionada com o tarifaço que passará a valer em janeiro; pacote inclui aumentos nas alíquotas do IPVA, ICMS e ICD 

www.brasil247.com - Nos 11 primeiros meses da administração de Paulo Câmara (PSB), o Estado de Pernambuco sofreu uma queda de R$ 1,529 bilhão na receita, comparado com janeiro a novembro de 2014; o governo arrecadou R$ 25,677 bilhões no ano passado, contra R$ 24,148 bilhões este ano; arrecadação estadual em 2016 deverá ser impulsionada com o tarifaço que passará a valer em janeiro; pacote inclui aumentos nas alíquotas do IPVA, ICMS e ICD 
Nos 11 primeiros meses da administração de Paulo Câmara (PSB), o Estado de Pernambuco sofreu uma queda de R$ 1,529 bilhão na receita, comparado com janeiro a novembro de 2014; o governo arrecadou R$ 25,677 bilhões no ano passado, contra R$ 24,148 bilhões este ano; arrecadação estadual em 2016 deverá ser impulsionada com o tarifaço que passará a valer em janeiro; pacote inclui aumentos nas alíquotas do IPVA, ICMS e ICD  (Foto: Aquiles Lins)


Pernambuco 247 - O governo de Pernambuco teve uma receita de R$ 1,529 bilhão a menos entre janeiro e novembro de 2015, comparado com o mesmo período de 2014. 

Nos primeiros 11 meses do ano passado, o Estado arrecadou R$ 25.677,8 bilhões contra R$ 24.148,7 bilhões este ano. De acordo com dados apresentados pelo governo, a queda das operações de crédito foi de 86,6%.

Até novembro de 2014, Pernambuco havia obtido R$ 1,552 bilhão contra R$ 207,9 milhões este ano. Dessa forma, deixaram de entrar no caixa estadual R$ 1,344 bilhão. Em relação aos convênios, a diferença, para menos, foi de 42,7%. Em 2014, Pernambuco recebeu 735,2 milhões contra R$ 421,3 milhões deste ano. O saldo negativo foi de R$ 313,9 milhões.

Os números consolidados de 2015 só serão conhecidos quando o ano se encerrar definitivamente, mas não há chance de o Estado sequer chegar perto da arrecadação de 2014, que foi de R$ 28,631 bilhões.

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"Tivemos duas grandes frustrações. Uma foi o volume menor de operações de créditos e a outra foi o menor repasse via convênios. O que ajudou a compensar foi o incremento do ICMS", afirmou ao Jornal do Commercio o secretário de Planejamento e Gestão, Danilo Cabral.

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A arrecadação estadual em 2016 também deverá ser impulsionada pelo aumento de impostos que passará a valer em janeiro. O pacote de ajuste fiscal elaborada pelo governo estadual e aprovado pela Assembleia Legislativa estima um reforço no caixa de cerca de R$ 500 milhões a partir do aumento na alíquota do IPVA, ICMS e ICD (imposto ligado à transmissão de causa mortis).

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