'Peço perdão', diz vocalista de banda que provocou incêndio na boate Kiss

Em depoimento no Fórum de Santa Maria, Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda Gurizada Fandangueira, se desculpou pelo incêndio ocorrido no dia 27 de janeiro de 2013, quando ele usou um artefato pirotécnico que provocou a tragédia na casa noturna, matando 242 pessoas; mais de 600 ficaram feridas; “Vejo a dor de todo mundo aqui e gostaria de pedir perdão, se eu fiz alguma coisa errada. Se tinha que falar alguma coisa, é pedir perdão”, disse ele

Em depoimento no Fórum de Santa Maria, Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda Gurizada Fandangueira, se desculpou pelo incêndio ocorrido no dia 27 de janeiro de 2013, quando ele usou um artefato pirotécnico que provocou a tragédia na casa noturna, matando 242 pessoas; mais de 600 ficaram feridas; “Vejo a dor de todo mundo aqui e gostaria de pedir perdão, se eu fiz alguma coisa errada. Se tinha que falar alguma coisa, é pedir perdão”, disse ele
Em depoimento no Fórum de Santa Maria, Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda Gurizada Fandangueira, se desculpou pelo incêndio ocorrido no dia 27 de janeiro de 2013, quando ele usou um artefato pirotécnico que provocou a tragédia na casa noturna, matando 242 pessoas; mais de 600 ficaram feridas; “Vejo a dor de todo mundo aqui e gostaria de pedir perdão, se eu fiz alguma coisa errada. Se tinha que falar alguma coisa, é pedir perdão”, disse ele (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - Em depoimento nesta terça-feira (24), no Fórum de Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul, o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos, se desculpou pelo incêndio ocorrido no dia 27 de janeiro de 2013, quando ele usou um artefato pirotécnico, que provocou a tragédia na casa noturna, matando 242 pessoas. Mais de 600 ficaram feridas.

“Vejo a dor de todo mundo aqui e gostaria de pedir perdão, se eu fiz alguma coisa errada. Nunca imaginei que poderia acontecer isso na minha vida. É difícil de falar. Tinha pessoas que a gente ama lá dentro. Se tinha que falar alguma coisa, é pedir perdão”, disse ele durante o depoimento.

Jesus dos Santos, o funcionário da banda Luciano Bonilha Leão e os sócios da boate, Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, são acusados de homicídio e tentativas de homicídio com dolo eventual. Eles foram presos nos dias seguintes ao incêndio, mas respondem ao processo em liberdade desde maio de 2013.

Questionado se já tinha observado as instruções do produto para uso do artefato, o vocalista negou. De acordo com ele, o sócio da boate, Elissandro Spohr, o Kiko, tinha conhecimento do uso do material dentro da casa noturna. “Kiko nunca falava nada do uso do material”, afirmou.

Ainda estão em andamento os processos criminais contra oito réus - quatro por homicídio doloso (quando há intenção de matar) e tentativa de homicídio, e os outros quatro por falso testemunho e fraude processual. Sete bombeiros também estão respondendo na Justiça Militar.

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