Pedido de vista de deputado do PSB adia votação da PEC Amastha

 Foi suspensa nesta terça-feira (15) a votação do relatório da Comissão Especial criada para analisar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 306/2017, a “PEC Amastha”; de acordo com a proposta, apenas brasileiros natos podem preencher os cargos de governador, vice-governador, senador e o de ministro das Relações Exteriores; a proposta deverá ser votada às 14h30 do dia 22

 Foi suspensa nesta terça-feira (15) a votação do relatório da Comissão Especial criada para analisar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 306/2017, a “PEC Amastha”; de acordo com a proposta, apenas brasileiros natos podem preencher os cargos de governador, vice-governador, senador e o de ministro das Relações Exteriores; a proposta deverá ser votada às 14h30 do dia 22
 Foi suspensa nesta terça-feira (15) a votação do relatório da Comissão Especial criada para analisar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 306/2017, a “PEC Amastha”; de acordo com a proposta, apenas brasileiros natos podem preencher os cargos de governador, vice-governador, senador e o de ministro das Relações Exteriores; a proposta deverá ser votada às 14h30 do dia 22 (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - Foi suspensa nesta terça-feira (15) a votação do relatório da Comissão Especial criada para analisar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 306/2017, a “PEC Amastha”. De acordo com a proposta, apenas brasileiros natos podem preencher os cargos de governador, vice-governador, senador e o de ministro das Relações Exteriores. A proposta deverá ser votada às 14h30 do dia 22.

Caso a proposta seja aprovada, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), colombiano naturalizado brasileiro, não poderá disputar o governo do Tocantins, nem o Senado, os dois cargos que interessam a ele, colombiano naturalizado brasileiro.

O pedido de vista foi feito pelo deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE), mesmo partido do prefeito de Palmas, Carlos Amastha. O deputado Cícero Almeida (Podemos-AL) solicitou que a vista fosse em conjunto. O objetivo foi fazer com que o acesso ao relatório ocorra na própria comissão, sem a retirada do documento, evitando assim qualquer manobra protelatória.



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