Pelourinho: Mauro diz que declaração foi "tirada do contexto"

Secretário da Fazenda de Salvador, Mauro Ricardo Costa, disse, neste domingo (23), que foi mal interpretado por suas declarações em que lamentou não poder colocar as pessoas que têm dívidas com o município no "pelourinho"; "Quero, entretanto, pedir desculpas a todos, especialmente à comunidade negra, e esclarecer que minhas palavras não tiveram qualquer cunho racista ou preconceituoso, nem relação com qualquer pessoa ou grupo", disse

Secretário da Fazenda de Salvador, Mauro Ricardo Costa, disse, neste domingo (23), que foi mal interpretado por suas declarações em que lamentou não poder colocar as pessoas que têm dívidas com o município no "pelourinho"; "Quero, entretanto, pedir desculpas a todos, especialmente à comunidade negra, e esclarecer que minhas palavras não tiveram qualquer cunho racista ou preconceituoso, nem relação com qualquer pessoa ou grupo", disse
Secretário da Fazenda de Salvador, Mauro Ricardo Costa, disse, neste domingo (23), que foi mal interpretado por suas declarações em que lamentou não poder colocar as pessoas que têm dívidas com o município no "pelourinho"; "Quero, entretanto, pedir desculpas a todos, especialmente à comunidade negra, e esclarecer que minhas palavras não tiveram qualquer cunho racista ou preconceituoso, nem relação com qualquer pessoa ou grupo", disse (Foto: Valter Lima)
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247 - O secretário da Fazenda de Salvador, Mauro Ricardo Costa, afirmou, neste domingo (23), que foi mal interpretado por suas declarações em que lamentou não poder colocar as pessoas que têm dívidas com o município no "pelourinho" (colunas onde escravos e criminosos eram açoitados no período colonial). Ele se desculpou em nota enviada à imprensa. 

"Quero, entretanto, pedir desculpas a todos, especialmente à comunidade negra, e esclarecer que minhas palavras não tiveram qualquer cunho racista ou preconceituoso, nem relação com qualquer pessoa ou grupo", afirmou.

O secretário atacou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que repudiou as declarações dele, de "retirar do contexto" e "distorcer" as palavras ditas por ele. "Sugeri punição dos sonegadores de impostos, prática capitulada como crime pela legislação brasileira, mas que alguns setores insistem em tratar como algo natural ou crime menor", afirmou.

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