Petista vai à Justiça contra pediatra que negou atendimento

A pediatra de Porto Alegre (RS), Maria Dolores Bressan, que se recusou a atender o filho de uma suplente de vereadora do PT será processada pela mãe da criança; os advogados de Ariane Leitão pediram na Justiça a condenação da médica por danos morais e solicitou o pagamento de três indenizações de R$ 80 mil, para a mãe, para o menino e para o marido; a defesa de Ariane também pediu a suspensão do credenciamento de Maria Dolores no Ipergs (Instituto de Previdência do Estado), onde a profissional atendia o garoto

A pediatra de Porto Alegre (RS), Maria Dolores Bressan, que se recusou a atender o filho de uma suplente de vereadora do PT será processada pela mãe da criança; os advogados de Ariane Leitão pediram na Justiça a condenação da médica por danos morais e solicitou o pagamento de três indenizações de R$ 80 mil, para a mãe, para o menino e para o marido; a defesa de Ariane também pediu a suspensão do credenciamento de Maria Dolores no Ipergs (Instituto de Previdência do Estado), onde a profissional atendia o garoto
A pediatra de Porto Alegre (RS), Maria Dolores Bressan, que se recusou a atender o filho de uma suplente de vereadora do PT será processada pela mãe da criança; os advogados de Ariane Leitão pediram na Justiça a condenação da médica por danos morais e solicitou o pagamento de três indenizações de R$ 80 mil, para a mãe, para o menino e para o marido; a defesa de Ariane também pediu a suspensão do credenciamento de Maria Dolores no Ipergs (Instituto de Previdência do Estado), onde a profissional atendia o garoto (Foto: Valter Lima)
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247 - A pediatra de Porto Alegre (RS) que se recusou a atender o filho de uma suplente de vereadora do PT será processada pela mãe da criança.

Os advogados de Ariane Leitão pediram na Justiça a condenação da médica Maria Dolores Bressan por danos morais e solicitou o pagamento de três indenizações de R$ 80 mil, para a mãe, para o menino e para o marido.

"A ação por danos extrapatrimoniais é motivada pelo comportamento preconceituoso que deixou a criança sem atendimento", diz Ramiro Goulart, advogado da petista. 

A defesa de Ariane também pediu a suspensão do credenciamento de Maria Dolores no Ipergs (Instituto de Previdência do Estado), onde a profissional atendia o garoto.

A justificativa da médica para interromper o acompanhamento da criança foi o fato de a mãe ser filiada ao PT.

Na ação judicial, assinada pelo advogado a defesa da petista afirma que a pediatra "violou o Código de Ética Médica e a Constituição Federal, ao agir com extremo preconceito, e contra uma criança que nada tem a ver com as decisões e posições políticas dos pais".

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